À la lumière d'hiver précédé de Leçons et de Chants d'en bas et suivi de Pensées sous les nuages.
À la lumière d'hiver précédé de Leçons et de Chants d'en bas et suivi de Pensées sous les nuages.

Philippe Jaccottet Nasceu em Moudon, Suíça, em junho de 1925, e faleceu em fevereiro de 2021, na comuna de Grignon, França, para onde se mudara em 1953 com a esposa, a artista plástica Anne-Marie Jaccottet, em busca de contato com a natureza e sossego para se dedicar exclusivamente à literatura. Poeta inventivo, profícuo e amplamente premiado, Jaccottet estreia em 1953 com L’Éffraie, ano em que também começa uma duradoura contribuição com a Nouvelle Revue Française, publicando manuscritos do livro L’Ignorant, que viria a público integralmente em 1958. Até janeiro de 1993, a N.R.F. acolherá uma série de trabalhos do poeta, que dão uma mostra privilegiada da abrangência de sua produção, dividida entre a poesia, a tradução, a prosa ensaística, notas pessoais e de leitura sobre poetas vários como Claudel, Ponge, Supervielle, Char, Aragon, Bonnefoy, Dupin, Du Bouchet. Seu trabalho de tradutor é tão impressionante e relevante quanto sua poesia. Ao longo da carreira, verteu para o francês Homero, Platão, Hölderlin, Rilke, Musil, Mandelstam entre outros. Tamanha contribuição à língua e ao público francês lhe rendeu, em 1987, o Grand Prix National de Traduction. O reconhecimento à sua poesia não é menos relevante. Em 2003, é laureado com o importante prêmio Goncourt e, em 2014, entra para o seletíssimo grupo de escritores publicados em vida na prestigiada coleção Bibliothèque de la Pléiade, editada pela Gallimard. Uma semana após sua morte, a editora publicaria ainda seus últimos textos: Le dernier livre de madrigaux e La clarté Notre-Dame. [https://revistacult.uol.com.br/home/arcas-de-babel-eduardo-veras-traduz-philippe-jaccottet/]