The phenomenon that's been sweeping the country seems to be here to stay. Not only are the teenagers who have come back from their graves still here, but newlydeads are being unearthed all the time. While scientists look for answers and politicians take their stands, the undead population of Oakville have banded together in a group they're calling the Sons of Romero, hoping to find solidarity in segregation. Phoebe Kendall may be alive, but she feels just as lost and alone as her dead friends. Just when she reconciled herself to having feelings for a zombie -- her Homecoming date Tommy Williams -- her friend Adam is murdered taking a bullet that was meant for her. Things get even more confusing when Adam comes back from the grave. Now she has romantic interest in two dead boys; one who saved her life, and one she can't seem to live without.
Kiss of Life -
Daniel Waters
Kiss of Life (Daniel Waters)
Antes de mais nada, caso tenha passado batido, não deixe de conferir o 10 Perguntas e Meia com o Daniel Waters que publicamos mês passado no blog do Meia Palavra -> http://blog.meiapalavra.com.br/2009/08/13/10-perguntas-e-meia-para-daniel-waters/. Foi uma entrevista bem legal, na qual deu para perceber o ótimo senso de humor que o autor tem e que consequentemente transfere para seus livros. O primeiro que li, Generation Dead, me surpreendeu positivamente como uma história de zumbis que, no final das contas, falava sobre preconceito e intolerância. Então é natural que eu estivesse com muita vontade de ler Kiss of Life, continuação do primeiro livro, publicada em maio desse ano. Aqui ficamos sabendo o que aconteceu depois dos eventos na Casa Mal Assombrada (não vou entrar em detalhes para não estragar a surpresa de quem ainda não leu Generation Dead), e de como Phoebe, a protagonista, está lindando com isso. Antes de tudo, comparado com o primeiro livro, Kiss of Life é bem mais sombrio, digamos assim. Se em Generation Dead temos a reação das pessoas vivas aos zumbis, agora focamos um pouco mais na visão dos zumbis não só sobre as pessoas vivas, mas também à vida em si. E surpresa: tem coisa que não muda muito, incluindo um pouco do preconceito. A a opção pela segregação, ou ainda, pelo afastamento dos “tradicionalmente bióticos” a certa altura da história deixa isso evidente. De qualquer forma, a sensação que dá é que o Waters errou um pouco a mão ao focar muito em alguns momentos que não traziam nada de realmente relevante para a história, como a noitada da Phoebe em uma casa de show para zumbis, ou mesmo a confusão dela entre o Tommy e o Adam. Argh, ok, ok, eu às vezes esqueço que era para ser só um livro para teens. Mas como Generation Dead me surpreendeu se mostrando mais do que isso, eu meio que esperava o mesmo da continuação, o que não acontece. Não é ruim, ficou ali na média – até porque as descrições de alguns momentos dos zumbis são bem horripilantes, então vale pelo terror. Só que o final deixa claro que haverá uma continuação, porém eu não fiquei tão curiosa sobre essa como fiquei quando terminei o primeiro livro. Talvez tivesse sido melhor ter ficado só no Generation Dead mesmo.
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