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    La Segunda Guerra Mundial -

    Winston Churchill

    La Esfera de los Libros
    2009
    1463 páginas
    2d 0h 46m
    ISBN-13: 9788497348195
    Espanhol
    5
    1 avaliação
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    A las 11.15 del 3 de septiembre de 1939, el primer ministro británico, Neville Chamberlain, se dirigió por radio a la nación para anunciar que estaban en guerra con Alemania. De inmediato comenzaron a sonar las sirenas. Testigo de excepción, Winston Churchill --primer ministro durante los períodos 1940-1945 y 1951-1955-- describe el transcurso de la Segunda Guerra Mundial y sus principales acontecimientos desde la profundidad de su análisis y la intensidad de su vivencia con pluma lúcida e incisiva. El camino hacia el desastre desde el Tratado de Versalles hasta que Hitler conquista Polonia, la caída de Francia y la batalla de Gran Bretaña, el bombardeo de Londres, las operaciones anfibias en el norte de África e Italia, el día D, Pearl Harbor, la liberación de Europa Occidental o el lanzamiento de la bomba atómica son algunos de los hechos relatados en este extraordinario documento, considerado una obra maestra de la literatura del siglo xx, que trasciende cualquier género para constituir un clásico de la política, la diplomacia y la estrategia militar.

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    Tiago Vieira Gomes06/01/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Uma obra única na historiografia da guerra

    Sir Winston Churchill é mais conhecido por ter sido o líder do Império Britânico durante e após a Segunda Guerra Mundial ou como símbolo do conservadorismo anglo-americano do que por ser escritor e historiador. Não um mero escritor, mas sim Nobel de Literatura e foi uma de suas mais famosas obras a que me dediquei a ler durante dois anos. La Segunda Guerra Mundial, em sua versão espanhola, é o conjunto “resumido” de 1500 páginas de uma coletânea de seis volumes das memórias do primeiro-ministro britânico antes, durante e alguns anos depois do grande conflito que marcou o século XX. Não é um livro fácil, porém o tempo que gastei seria menor se eu tivesse me dedicado apenas a ele; li muitos livros quando, de pouco e pouco, ia percorrendo suas centenas de páginas recheadas de reflexões sobre como o mundo fracassou, em meros 21 anos de outra guerra, em preservar a paz. E é justamente a isto que o primeiro livro – como a obra é dividida – tenta responder: por que a Europa de 1918 abriu caminho para Hitler e para outra guerra? Por que as potências europeias foram pegas de surpresa? Por que a França caiu? Churchill, então, se propõe ao leitor explicar os erros que os “três grandes” da Europa cometeram entre 1918 e 1939. Aqui ele critica seu próprio partido pelo isolacionismo e pela utopia desarmamentista que colocou o Reino Unido em desvantagem frente ao poderio prussiano. A França e a URSS seguiram mais ou menos o mesmo caminho, virando as costas para a crescente ameaça alemã desde 1933, sendo os soviéticos ainda mais irresponsáveis, visto que Hitler jamais escondeu seu desprezo pelo comunismo. O resultado de tal descuido internacional todos sabemos: em 1938 a Alemanha já era novamente, vinte anos depois do armistício, poderosa o suficiente para começar outra guerra. O mundo livre estava contra a parede. Hitler obrigou as democracias ocidentais, humilhantemente, a assistirem perplexas como ele diluía a Checoslováquia e Áustria em seu novo Reich. E pior: ao tratarem hipocritamente o Reino da Itália na questão da Etiópia, os líderes da Europa Ocidental empurraram para os braços do nazismo o desconfiado Mussolini, cujo desprezo por Hitler era evidente nos anos 1930. Uma Itália, mesmo que fascista, poderia ter sido um contrapeso às demandas hitlerianas. Não havia mais a se fazer, apesar da ilusão de Chamberlain de que se podia negociar com Hitler e que “haveria paz em nosso tempo”. Em questão de meses, um novo conflito explodiria na Europa e França e Reino Unido, pegos de surpresa, foram incapazes de salvar a pobre Polônia e, no caso francês, a si mesma. Em 1940, relata Churchill, os britânicos estavam sozinhos contra o Terceiro Reich. Por quase exatos um ano, o povo britânico e suas colônias lutariam bravamente contra um exército e uma força aérea que pareciam imparáveis e invencíveis. Desesperado, Winston buscaria nos EUA, antiga colônia do Império, a ajuda tão importante para sustentar a guerra. É importante notar que ao longo da obra Roosevelt e Churchill criariam grandes laços de amizade, sendo dessa forma uma versão pessoal da aliança entre as duas potências. Em 1941, então, a História cobraria da URSS um preço alto por virar as costas para o problema alemão. Não bastasse ter abandonado as democracias ocidentais, Stálin, o todo-poderoso czar do comunismo, ainda ajudaria Hitler a derrotar os poloneses e dividir alguns espólios do Leste europeu. Churchill, obviamente, não poupa aos seus aliados soviéticos críticas; não ao povo soviético, o qual lutou tão bravamente contra os invasores fascistas, mas sim ao governo desumanizado do Kremlin, o qual se apegou à ilusão de que Hitler cumpriria sua parte nos acordos. Ao longo do livro Churchill mostra os altos e baixos do seu relacionamento com os comunistas russos, os quais, durante os anos da guerra, tiveram um noivado forçado com o capitalismo anglo-americano. Não vou aqui resumir a guerra, pois isso é de conhecimento de muitos. Ao longo das centenas de páginas restantes contou Churchill sobre as lutas de sua pátria contra alemães, italianos e japoneses; sobre as reuniões com os outros líderes europeus e americanos sobre o futuro do mundo e da Europa no pós-guerra; da sua luta para salvar algumas pequenas nações da Europa do domínio stalinista e, claro, suas perspectivas para o mundo no futuro. Explicando suas reuniões, Churchill nos explica como nasceu a ONU, o Conselho de Segurança da ONU e porque eles são assim, criados com o único intuito de impedir que os vencedores começassem outra guerra entre si. Apesar dos pesares, creio que a ONU cumpriu, ao menos em partes, a que foi proposta: unir as potências sob o diálogo e a proximidade, coisa que a Liga das Nações foi incapaz de cumprir. A que tipo de leitor essa obra é indicada? Bom, obviamente, aos amantes da História e da Política que, criticamente, devem ler o que – importante frisar - um político escreveu sobre sua caminhada nesse período sombrio de nossa História. Churchill é uma figura amada e odiada, inclusive acusado de ser o responsável de muitas mortes. Seus críticos o acusam de ter prolongado a guerra ou até mesmo deixado morrer milhões de indianos de fome durante a luta contra o Japão. São temas que pretendo me aprofundar no futuro, porém não tiram, ao meu ver, a beleza, a unicidade e a importância do livro. Sim, é uma obra única: nenhum líder da Segunda Guerra Mundial – e poucos na História – escreveram memórias de como eles lideraram suas nações durante a guerra. Não há historiador no mundo que pôde ver, ouvir e fazer o que Churchill viu, ouviu e fez. Justamente por isso o livro me chamou muita atenção e, anos depois, ao ler a última página, sinto que a jornada valeu muito a pena. Odiado e amado, Churchill, sem dúvidas, foi um escritor brilhante. Foi o último cavalheiro do Império no qual o Sol nunca se pôs, mas a guerra poria um fim... não há melhor guia para conhecer intimamente a Segunda Grande Guerra.

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    Sir Winston Leonard Spencer-Churchill

    Sir Winston Leonard Spencer-Churchill (Oxfordshire, 30 de novembro de 1874 — Londres, 24 de janeiro de 1965) foi um estadista, escritor, jornalista, orador e historiador britânico, famoso principalmente por sua atuação como primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.

    33 Livros
    40 Seguidores

    Sir Winston Leonard Spencer-Churchill