Ei! Um erro grande na concepção da capa. A Vampirella da vez não é a toda boa e poderosa musa do colan vermelho atochado, coisa e tal (Fiu! Fiu!). Não há essa caracterização na história.
A HQ, pelo menos nessa edição, mostra um lado mais humanizado (não diferente do heroísmo de cine ação de uma Michelle Rodriguez por exemplo) onde luta pela sobrevivência sem a exibição de seus poderes especiais, como voar (não necessariamente por escolha).
A vampira está no subterrâneo em companhia de um parceiro, humano, buscando uma escapatória do local dominado pelos aliens. Nesse andar vão descobrindo coisas que estão mais para um lado surreal da história, como uma dinastia do vampiro Nosferatu, mas não vou entrar nessa questão. O mais interessante é a resposta da vampira ao conflito, parecendo mais humana que a equipe remanescente na base, que está disposta a um verdadeiro ato monstruoso em querer soltar uma bomba ali e limar seus opositores (ainda que inclua um parceiro, o cara sobrevivente ao lado da Vampirella lutadora para manter ambos salvos). Isso aí quer dizer algo... Sobre ações e disposições conjecturadas na avaliação arbitrária. Há monstros disfarçados de boas intenções, dos quais o inferno está cheio.