Edição original (1889)
A primeira edição está acessível na net e foi nela que realizei a leitura. É curiosidade à parte em expressões e palavras em desuso, exemplo em "dissymetria", mas nada que comprometa a percepção dos contos. Sobre estes, pensava que destacariam a região de maneira telúrica, mas qual o quê, em sua maoria são histórias urbanas, onde a sensação do factual é grande. Sabe aquele lance de crônicas do cotidiano, bem por aí... Não tem nada de extraordinário, só o frugal rompendo com romantizações idílícas, "desglamourizando" por assim dizer. É o que dá para perceber em histórias onde decepções, traição, não realização em pretenso ambiente de felicidade, seja num casamento ou conquista badalada, estão em evidência. Deixo em registro os contos "Que bom marido!" (a reviravolta de um candidato a corno, com as notas também dizendo que em primeiro momento foi vetado, naquele lance de factual sem glamour) e "Rio abaixo" (o único atípico, com relato idílico de casal ribeirinho).




