Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições4
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas207
    • Leitores5266
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A terra dos meninos pelados -

    Graciliano Ramos

    Record
    2002
    79 páginas
    2h 38m
    ISBN-10: 8501054542
    Português Brasileiro
    3.5
    2252 avaliações
    Leram4262Lendo109Querem854Relendo8Abandonos33Resenhas207
    Favoritos58Desejados854Avaliaram2252

    Havia um menino diferente dos outros meninos. Tinha o olho direito preto, o esquerdo azul e a cabeça pelada. Não tendo com quem entender-se, Raimundo Pelado falava só, e os outros pensavam que ele estava malucando. Estava nada! Conversava sozinho e desenhava na calçada coisas maravilhosas do país de Tatipirun, onde não há cabelos e as pessoas têm um olho preto e outro azul.

    Edições (4)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (207)Ver mais
    Yan Ferreira de Alencar picture
    Yan Ferreira de Alencar09/04/2011Resenhou um livro
    3 (Bom)

    "Não senhor, que a gente não é rapadura."

    Graciliano Ramos nos brinda com mais uma obra completa. Nesta muitos podem interpretar como apenas umas história de crianças, na realidade é uma história de uma criança em particular, que é um reflexo de todas crianças no mundo. Qual criança nunca imaginou um mundo só seu, onde você é aceito não importando nada além de seu interior? Graciliano utiliza-se da imaginação criativa da criança para nos mostrar a profundidade por trás dos conflitos vividos por esses pequenos seres e faz cada criança,e muito adultos, ver que na vida nada tem que ser igual, que a graça que temos nela é sermos diferentes e viver essas aventura de diferenças é o que a vida tem de melhor. A imaginação nunca deve morrer, que fique claro que sou um sonhador, mas quem nos espera no fim da nossa serra de 'Taquaritu' é a realidade de viver, devemos de fato obter o melhor dos nossos sonhos para compreender assim melhor a realidade que nos é imposta ao dia-dia.

    44 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 2252
    • 5 estrelas20%
    • 4 estrelas27%
    • 3 estrelas37%
    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas4%
    Graciliano Ramos de Oliveira profile picture

    Graciliano Ramos de Oliveira

    Graciliano Ramos de Oliveira (Quebrangulo, 27 de outubro de 1892 — Rio de Janeiro, 20 de março de 1953) foi um romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista brasileiro do século XX,autor de Vidas Secas. Graciliano Ramos viveu os primeiros anos em diversas cidades do Nordeste brasileiro. Terminando o segundo grau em Maceió, seguiu para o Rio de Janeiro, onde passou um tempo trabalhando como jornalista. Voltou para o Nordeste em setembro de 1915, fixando-se junto ao pai, que era comerciante em Palmeira dos Índios, Alagoas. Neste mesmo ano casou-se com Maria Augusta de Barros, que morreu em 1920, deixando-lhe quatro filhos. Foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios em 1927, tomando posse no ano seguinte. Ficou no cargo por dois anos, renunciando a 10 de abril de 1930. Segundo uma das auto-descrições, "(...) Quando prefeito de uma cidade do interior, soltava os presos para construírem estradas." Os relatórios da prefeitura que escreveu nesse período chamaram a atenção de Augusto Schmidt, editor carioca que o animou a publicar Caetés (1933). Entre 1930 e 1936 viveu em Maceió, trabalhando como diretor da Imprensa Oficial e diretor da Instrução Pública do estado. Em 1934 havia publicado São Bernardo, e quando se preparava para publicar o próximo livro, foi preso em decorrência do pânico insuflado por Getúlio Vargas após a Intentona Comunista de 1935. Com ajuda de amigos, entre os quais José Lins do Rego, consegue publicar Angústia (1936), considerada por muitos críticos como sua melhor obra. Foi libertado em janeiro de 1937. As experiências da cadeia, entretanto, ficariam gravadas em uma obra publicada postumamente, Memórias do Cárcere (1953), relato franco dos desmandos e incoerências da ditadura a que estava submetido o Brasil. Em 1938 publicou Vidas Secas. Em seguida estabeleceu-se no Rio de Janeiro, como inspetor federal de ensino. Em 1945 ingressou no antigo Partido Comunista do Brasil - PCB (que nos anos sessenta dividiu-se em Partido Comunista Brasileiro - PCB - e Partido Comunista do Brasil - PCdoB), de orientação soviética e sob o comando de Luís Carlos Prestes; nos anos seguintes, realizaria algumas viagens a países europeus com a segunda esposa, Heloísa Medeiros Ramos, retratadas no livro Viagem (1954). Ainda em 1945, publicou Infância, relato autobiográfico. Adoeceu gravemente em 1952. No começo de 1953 foi internado, mas acabou falecendo em 20 de março de 1953, aos 60 anos, vítima de câncer do pulmão. O estilo formal de escrita e a caracterização do eu em constante conflito (até mesmo violento) com o mundo, a opressão e a dor seriam marcas da literatura. Memória: Graciliano foi indicado ao premio Brasil de literatura.

    93 Livros
    1.33 Seguidores
    Alagoas, Brasil

    Graciliano Ramos de Oliveira