Dei cinco estrelas no Skoob, mas queria dar dez. Uma das surpresas ótimas desse ano.
Não achei sinopse desse livro em canto algum, ouvi falar dessa autora ao pesquisar a coleção Biblioteca das moças, que eu já tinha ouvido falar, mas pesquisei efetivamente após uma publicação de uma colega em um grupo. Coincidentemente, o livro era da mesma autora, chamado "Casar é bom". Foi então que iniciei minha busca por algum volume dessa coleção, e esse me pareceu bastante interessante.
Comecei a leitura sem saber nada além do que o titulo propõe; desta forma, vou fazer uma sinopse base:
Arlette é uma jovem parisiense ex rica, o pai perdeu tudo por negligência e se suicidou por isso, a mãe também faleceu, sobrando apenas ela e o irmão. Este irmão arranja um emprego na África, e Arlette só tem as parentas do interior para se apoiar, elas são quatro solteironas que usam chapéus verdes. As primas aceitam hospedá-la em sua casa, meio a contragosto, Arlette também detesta a ideia de viver com elas por puro preconceito, ela teme que a influência delas a torne também uma solteirona. Porém, a protagonista, assim como as primas, evoluí como pessoa, criando um afeto com elas, isso começa a acontecer quando Arlette descobre um diário de uma das primas, onde está escrito que esta, era exatamente como ela, uma jovem que pretendia se casar e não pode por circunstâncias alheias á sua vontade. Então ela começa uma investigação para saber qual das primas é a dona do diário, e faz tudo para fazê-la voltar a desejar um amor.
Bom... Eu já esperava que esse livro fosse bom, mas não esperava que fosse me fisgar logo na primeira página. A narrativa da Germaine é fluida, e lembra bastante uma descrição teatral, é impressionante como as cenas ficam vivas na sua cabeça por causa disso. É um livro com uma atmosfera PERFEITA, agradável a ponto de querer abracá-lo. Recomendo fortemente. Agora é partir em busca dos outros volumes da coleção.