Ele construiu friamente um mundo especial par si mesmo, transformando as realidades vulgares, os ambientes, a própria mulher que amava... No meio da aparente normalidade fatos estranhos forma se acumulando até aquela barreira de mistério! Ilusão ou realidade? Até onde podemos conquistar em nós mesmos? A sombra começa a tombar sobre a terra. Nenhuma luz se acende, nenhuma chama aquece. E o desespero invade o homem perdido nas trevas. Os dois, encerrados, sós, no espaço. O renascer dos instintos sufocados pela ciência, o medo da vida eterna, o amor a reviver superstições ancestrais... Um homem melancólico e saudoso num planeta ocasional e uma prostituta diferente, durante a noite roxa por ruas sinuosas...
Diário da Nave Perdida (Ciencificção #3) -
André Carneiro
Edart, (SP)
1963
216 páginas
7h 12m
Português Brasileiro
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