História da filosofia contemporânea (Estudos de Filosofia) -

    Ivan Luiz Monteiro

    InterSaberes
    2015
    243 páginas
    8h 6m
    ISBN-13: 9788544303085
    Português Brasileiro

    A filosofia contemporânea apresentou ao pensamento humano muitos temas e assuntos até então inexplorados. Após as grandes escolas de pensamento mais clássico terem se preocupado com os grandes temas, como a metafísica e a lógica, a contemporaneidade acrescentou a elas sua maneira de perceber o mundo, mais fragmentada, assistemática, privilegiando o contato do pensamento profundo com realidades mais prosaicas e problemáticas mais específicas. Apresentamos nesta obra as principais correntes de pensamento que debateram, cada uma em sua abordagem própria, diferentes aspectos da realidade e do pensamento. Nessa perspectiva, apresentamos um painel bastante amplo das principais escolas e tendências que segue o pensamento contemporâneo, desde o fim do século XIX até tendências atuais do pensamento.

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    Doney Corteletti Stinguel26/07/2018Resenhou um livro
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    Lista de Livros: História da filosofia contemporânea – Ivan Luiz Monteiro

    “O que mais contribui, segundo Adorno, para a sociedade moderna se constituir e se manter como sociedade totalmente administrada pela lógica do esclarecimento é a indústria cultural, a qual manipula os interesses das massas em favor do consumo desenfreada de mercadorias produzidas a todo custo. A mídia (rádio, cinema, TV) e, em geral, a propaganda operam como máquina a favor do sistema (sociedade totalmente administrada pela razão instrumental), mantendo o status quo da sociedade moderna. O poder constituído por meio desses meios determina as condutas a serem seguidas e os valores que devem manter-se em favor dessa sociedade. Utilizando-se da propaganda, a mídia engendra necessidades a fim de manter os sujeitos padronizados, estipulando um modelo a ser seguido. Ao adotar os padrões determinados midiaticamente, o indivíduo é aniquilado, o que faz com que todos ajam e pensem, em geral, da mesma forma. Mesmo o lazer, que deveria se opor ao trabalho, acaba por obedecer à lógica do sistema, tendo em vista que, operado pela indústria cultural, não passa de mero consumo. Compramos, a todo momento, somente o que o sistema admite. Somos considerados não como indivíduos, mas como seres substituíveis. Mediante a lógica do sistema – formado pelo progresso tecnológico e idealizado pela razão instrumental – somos descartáveis.” * Mais em:

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