A reportagem de capa, sobre mortes bizarras, não é tema inédito na revista, que parece ter fascínio nisso e retorna eventualmente. Que o diga o "Retrato Falado" sobre mais um psicopata. A revista já teve seções legais que não duraram muito, mas esse dos psicopatas, até hoje, continua abrindo a colcha de curiosidades... O retrato foi de um cara conhecido pela frieza e crueldade - Richard Kuklinski - que deixa muitos vilões de HQs no chinelo. Continuo me perguntando, de onde vem o duradouro fascínio pela perversidade?
O "Flash Back" trouxe a Bela e a Fera. Parece que vai ter o filme relançado. Fiquei apenas pensando na história, que evoca a questão da beleza interior, mas originalmente era uma narrativa tensa na questão da imposição do casamento arbitrário à moças de outros tempos - aspecto explorado em outra edição.
Voltando à capa, dei maior atenção à personagens históricos, como o fiósofo Heráclito (coberto de esterco para tratar uma doença), o dramaturgo Ésquilo (levou uma "tartarugada" na cabeça, solta por uma águia) e o primeiro imperador da China, aquele que foi enterrado com o exército de estátuas terracota, Shi Huang (que tomou doses de mercúrio por recomendação de seus cientistas numa suposta fórmula de imortalidade).
A maioria das mortes mostradas teve o fator imprudência e excesso de confiança.
Minha leitura foi no celular, em uma edição digital em má qualidade, e assim não consegui curtir a revista como queria.
Ainda quero dar uma conferida na curiosidade sobre Joana D'Arc, que parece ser interessante...