Certa noite, adormeci. Sonhei com o autor Max Belzareno. Ele não me via. Parecia um tanto agitado. Perambulava de um lado para o outro dentro do seu quarto.
Sentou-se em uma cadeira frente a uma escrivaninha. Começou a escrever em um caderno. Lia, relia, arrancava as folhas do caderno e as jogava em um cesto de papeis. Parecia que sua escrita inicial lhe causava um certo desgosto.
De repente, ele parou. E colocou sua mão direita no lado esquerdo do peito. Contemplei uma cena bonita e ao mesmo tempo chocante. A mão direita de Max rasgou o seu peito e dele retirou seu coração. Pegou o seu coração vivo e pulsante e o pôs sobre o caderno.
Olhou para o teto de seu quarto que, imediatamente, desapareceu. Levantou os seus braços e com as duas mãos, foi colhendo as estrelas do céu. Eram tantas estrelas colhidas que elas formaram uma nuvem. Pegou a nuvem e a colocou também sobre o caderno. Derramou suas lágrimas sobre as coisas encontradas acima da escrivaninha.
E foi assim que nasceu a obra "Rua Nuvem de Estrelas", que revelava o coração de Max reunido com o brilho das estrelas e as lágrimas de suas emoções mais sublimes.
Acordei e relembrei a leitura encantadora que foi esse livro.
=====+++====
Olá, Galera Literária!!!
Com meu coração na mão, venho trazer a resenha de Rua Nuvem de Estrelas, de Max Belzareno, uma publicação da Chiado Editora.
(Confira a resenha completa no link dessa resenha)