The Prey of Gods -

    Nicky Drayden

    Harper Voyager
    2017
    400 páginas
    13h 20m
    ISBN-10: 0062493035

    In South Africa, the future looks promising. Personal robots are making life easier for the working class. The government is harnessing renewable energy to provide infrastructure for the poor. And in the bustling coastal town of Port Elizabeth, the economy is booming thanks to the genetic engineering industry which has found a welcome home there. Yes—the days to come are looking very good for South Africans. That is, if they can survive the present challenges: A new hallucinogenic drug sweeping the country . . . An emerging AI uprising . . . And an ancient demigoddess hellbent on regaining her former status by preying on the blood and sweat (but mostly blood) of every human she encounters. It’s up to a young Zulu girl powerful enough to destroy her entire township, a queer teen plagued with the ability to control minds, a pop diva with serious daddy issues, and a politician with even more serious mommy issues to band together to ensure there’s a future left to worry about.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    André Figueiredo picture
    André Figueiredo22/08/2018Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Por que parei pelo meio

    Ritmo de narrativa acelerado demais, sem chance para desenvolver certos personagens, que acabam parecendo um tanto saídos de uma história em quadrinhos rasa (principalmente os sobrenaturais). Por conta disso algumas situações ficam muito corridas e acabaram não caindo bem aos meus olhos. Certa indiferença em ir mais a fundo na ficção científica. Há robôs, táxis autônomos, bioengenharia, etc., etc., mas isto tudo funciona como um pano de fundo pouco explorado. A menção a "televisão" e "cartão de hotel", como os de hoje em dia, que funcionam como chave para os quartos, parecem não caber em 2064. Uma ou outra temática, bastante relevante atualmente, são tratadas como atuais na história. Fica a impressão que a autora estava mais interessada em tratar deles do que escrever sobre o futuro. Soam deslocados. Há a cena ultra clichê do desentendimento romântico: A, enamorado de B, vê C beijando-o e vai embora antes que qualquer esclarecimento seja possível. Um mal entendido que gera um climão entre o casal. Já vimos isto um cem número de vezes. Afro futurismo é interessante e ver uma história que se passa na África do sul, chamados por exemplo Nomvula, Muzikayise, Mr. Mbende, a menção às Savanas e seus animais, entidades divinas da região e outros elementos, é uma novidade interessante para o leitor acostumado com histórias de ficção científica que se passam sempre nos Estados Unidos ou Europa, na cultura que tanto já conhecemos, mas não foi o suficiente para me segurar.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 2
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas50%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%