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    Kaxinjengele e o Poder. Uma Fábula Angolana

    Luandino Vieira

    Pallas
    2014
    16 páginas
    32m
    ISBN-13: 9788534704779
    Português Brasileiro
    3.5
    5 avaliações
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    Texto muito breve, mas particularmente significativo sobre a realidade política angolana. Esta fábula, de teor moralizante, dá conta das consequências resultantes da ambição desmesurada pelo poder. A rejeição de eleições e de outras formalidades por parte de Kaxinjengele e a insistência repetida para que o poder lhe seja entregue naquele momento fazem desconfiar os homens que, momentos antes, lhe ofereciam crendo-o justo.

    Resenhas (1)Ver mais
    Lucy Oliveira  picture
    Lucy Oliveira 19/03/2026Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Kaxinjengele quer poder sem eleição nem formalidade e insiste que lhe seja entregue. Planta desconfiança no povo e perde legitimidade. A narrativa é curtíssima e ilustrada — leitura simples, carregada de crítica política pós‑colonial. Gostei!

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    José Luandino Vieira profile picture

    José Luandino Vieira

    José Luandino Vieira, nascido José Vieira Mateus da Graça é um escritor angolano. Português de nascimento, passou a juventude em Luanda, onde concluiu os estudos secundários. Por combater nas forças do MPLA durante a Guerra Colonial, contribuindo para a criação da República Popular de Angola, adquiriu a cidadania angolana. Preso pela PIDE, pela primeira vez em 1959, acusado de ligações ao movimento independentista (Processo dos 50), acabaria condenado a catorze anos de prisão, em 1961. Antes disso a Sociedade Portuguesa de Autores, então presidida por Manuel da Fonseca, pretendera atribuir-lhe o Prémio Camilo Castelo Branco, pela seu livro "Luuanda". Essa acção fez com a PIDE/DGS levasse a cabo uma acção de desmantelamento da SPA. Luandino cumpriu a pena de prisão no Campo do Tarrafal, em Cabo Verde, regressando a Portugal em 1972, com residência vigiada em Lisboa. Em 1975 regressou a Angola onde ficou até 1992. Foi director da Televisão Popular de Angola, de 1975 a 1978, diretor do Departamento de Orientação Revolucionária do MPLA, até 1979 e diretor do Instituto Angolano de Cinema, de 1979 a 1984. Participou na fundação da União dos Escritores Angolanos, de que foi Secretário-Geral (1975-1980 e 1985-1992). Foi também Secretário-Geral Adjunto da Associação dos Escritores Afroasiáticos (1979-1984). Com o fiasco das primeiras eleições livres (em 1992) e o reinício da guerra civil, acabou radicado no Minho. Vive em isolamento na propriedade de um amigo, e passou a dedicar-se à agricultura. Em 2006 foi-lhe atribuído o Prémio Camões, o maior galardão literário para a língua portuguesa. Contudo, recusou o prémio alegando motivos íntimos e pessoais, segundo um comunicado de imprensa. Entrevistas posteriores, sobretudo ao Jornal de Letras, Artes & Ideias, esclareciam que o autor não aceitara o prémio por se considerar um escritor morto e, como tal, o Prémio deveria ser entregue a alguém que continuasse a produzir. Ainda assim publicou dois livros em 2006.

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    Vila Nova de Ourém, Portugal

    José Luandino Vieira