"Nós desejamos nos transformar em um olhar,
Que não será esquecido"
Trecho retirado do poema "A flor" de Kim Chun-Soo.
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Previamente, gostaria de enaltecer o encanto que é essa capa. Eu nem precisei ler a sinopse porque a arte me cativou, a paleta de cores tão lindinha e acolhedora! O traço da artista também é limpo e bonito, agradável aos olhos.
A primeira história "Hana to Kurumi to Amai Seikatsu" é uma gracinha. Adoro todo o cenário de floricultura, flores, encomendas e arranjos. A personalidade do protagonista é muito fofa, embora o arquétipo de "animalzinho de estimação" não seja um dos meus preferidos, aqui ele é tolerável. O Sakura no início foi um personagem que não me inspirou muita confiança, mas me surpreendi que ele não era tão ruim assim, pelo contrário.
A respeito da segunda história "Kimi no Kao ga Mitai" que se sucedeu em uma quebra de expectativa enorme. Foi como comer aqueles docinhos de morango e só depois descobrir que o meio dele era azedinho, não totalmente desagradável, mas o inesperado trouxe desconfiança — que foi justificada — pois não gosto do recurso de transas bêbadas e acho de muito mau tom. Junte isso a personalidade dos protagonistas as quais eu não me identifico e temos uma história morna e razoável.