A arqueóloga descreve sua curiosidade inquietante pelas pinturas que via nas pedras quando criança, em Piraí do Sul-PR, levando-a buscar meios científicos para difundir a ocorrência e remapear as pinturas rupestres, colaborando para o conhecimento regional das manifestações artísticas e gerando informações úteis, divulgando publicamente, como este livro.
São interessantes os relatos dela sobre os registros dos diversos sítios por diferentes arqueólogos e como, aos poucos, vai juntando informações fragmentadas e concluindo um quebra-cabeça.
Enquanto percorro pela leitura, descubro que a denominação de "tradições rupestres" exemplifica as características de padrões estilísticos, por consequência da variabilidade intraregional, podendo demonstrar evoluções culturais no tempo e no espaço, ou funções distintas.
E para cada um dos traços distintivos, geralmente temáticos, servem de referência às representações das artes rupestres e às suas localizações.
É possível conferir, por meio de fotografias, os principais registros de artes rupestres em sítios catalogados em Piraí do Sul-PR e como estão suas condições de preservação.