Un intento de violación marca para siempre la vida de Heather. Al verse acosada por su agresor, lo hiere de muerte. Horrorizada, huye y empieza a vagar por las calles de Londres. Acaba en un barco, donde el capitán, confundiéndola con una prostituta, abusa de ella. Al cabo de un tiempo, Heather descubre que está embarazada, y el capitán del barco accede a reparar la deshonra tomándola por esposa. Poco a poco, el inicial recelo entre ambos da paso al afecto y madura el germen del amor. Sin embargo, el pasado acecha, presto a asestar un golpe brutal a sus sueños.
La llama y la flor -
Kathleen E. Woodiwiss
Personagens: Brandon e Heather Por onde começo? Já sei. Pelo título: o mais adequado seria O cavalo e a mula já que de “chama” e de “flor” os mocinhos não têm nada. Ele é no máximo uma faísca e ela, uma trepadeira seca. Explico tamanha agressão. A história é lamentavelmente insossa, embora até tivesse algum potencial se fosse levada por outros caminhos. Eu simplesmente não consegui entrar na narrativa e muito menos me ligar aos personagens. Aliás, os mocinhos são a principal causa do meu desagrado. Se eles tivessem uma versão de si mesmos nos dias de hoje, Brandon seria um metrossexual e Heather, uma Amélia cuja frase favorita seria “Me desculpe por existir”. A história: Depois de anos de humilhação e sofrimento com sua tia, a mocinha é confundida com uma prostituta e, por isso, se vê arrastada para o navio do capitão Brandon. Lá, o cara estupra a menina e, mesmo percebendo que ela era virgem e inocente, o mocinho(?) decide por prendê-la no navio, como um brinquedinho pessoal para ser usado na hora que quisesse. Criminoso, no mínimo. Heather foge, mas por ficar grávida do sujeito, casa-se com ele meses depois. E Brandon assume sua culpa simplesmente porque foi forçado a isso, mas, acredite: não acha que errou e sua atitude diante da atrocidade cometida é arrogante e displicente. Assim, eles passam algumas semanas no navio voltando para os EUA, fazendo joguinhos cansativos que me forçaram a fazer cara de paisagem e passar as páginas. Daí, quando chegam à terra ianque, começam uma vida de mais joguinhos do tipo “eu te mostro se você mostrar primeiro” que me cansaram imensamente. Mais cara de paisagem e contagem de páginas pra ver se faltava muito pra acabar. O pior de tudo é que a mocinha (certamente a própria Vênus encarnada) estimula as paixões mais incandescentes, desperta o macho irrefreável e obsessivo de cada sujeito na história. Todos querem tanto aquela deusa que tem de ser de uma forma impetuosa, violenta, porque ela é irresistivelmente linda, lindíssima, lindérrima. Que saco! E o mocinho é um camarada que, poxa... é o cara dos caras, a última bolacha do pacote, o copo d’água do deserto, o Apolo dos apolos. Que saco!(2) Mas até que ele foi melhorando um cadim no decorrer da história, mas nada que arrebatasse meu coração. É, fui cafona. E outro ponto negativo foi o fato de Heather ser muito mosca morta na hora que deveria ter atitude e chiliquenta na hora que deveria ter maturidade. Eu tinha mais um monte de coisa pra esculachar, mas sabe de uma coisa? Cansei! Não recomendo! ; )
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