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    Belvedere (Coleção Ás de Colete) -

    Chacal

    Cosac Naify
    2007
    384 páginas
    12h 48m
    ISBN-10: 8575036204
    Português Brasileiro
    3.9
    89 avaliações
    Leram144Lendo16Querem66Relendo1Abandonos7Resenhas5
    Favoritos10Desejados66Avaliaram89

    Depois de 36 anos de exercício poético e treze livros publicados, Chacal dá uma "parada estratégica para ver a vista" e publica Belvedere, edição de sua obra completa produzida entre 1971 e 2007 que, portanto, traz não apenas os poemas de seus primeiros livros, mas também as produções mais recentes, que demonstram um claro amadurecimento do autor. Entre os doze livros contidos em Belvedere está o pequeno Muito prazer, Ricardo, com o qual o poeta inaugurou sua poesia aos vinte anos de idade. Chacal foi um dos pioneiros da chamada geração mimeógrafo, que tirou a poesia das estantes das livrarias para "cair no mundo". Na década de 1970, com o grupo Nuvem Cigana, realizou, pela primeira vez no Brasil, a poesia moderna falada.

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    Maria Eduarda Moreira Andrade picture
    Maria Eduarda Moreira Andrade13/10/2022Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Legal

    Esse é um compilado de todas as obras de Chacal. Eu alguns momentos eu só queria pular, eu outros eu queria reeler mil vezes. Foi bem médio. Vale a pena, apesar de existirem melhores. A edição é lindaaaaaa, eu amei!

    7 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 89
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas35%
    • 3 estrelas19%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas2%
    Ricardo de Carvalho Duarte profile picture

    Ricardo de Carvalho Duarte

    Poeta e letrista carioca, foi um dos primeiros poetas da década de 70 a se utilizar do mimeógrafo para divulgar sua poesia (à qual só se dedicou por ser incapaz de desenhar um cavalo), com o livro Muito Prazer (1971/2), na companhia de Charles Peixoto, que editou Travessa Bertalha 11. Em seguida teve um poema incluído na antológica revista Navilouca, editada por Torquato Neto e Waly Salomão. Em 1975 participou do grupo Vida de Artista, que contava com poetas como Francisco Alvim e Cacaso. Nesse ano lançou seu terceiro livro, América. Em 1976 teve poemas incluídos na antologia 26 poetas hoje, de Heloísa Buarque de Hollanda. Em seguida lançou Quampérius. Nessa época juntou-se a Charles Peixoto, Bernardo Vilhena e Ronaldo Bastos para fundarem o Nuvem Cigana, grupo que agitou a vida carioca do final da década de 1970, em especial com os happenings Artimanhas. Paralelo à poesia Chacal passa a trabalhar com grupos de teatro, escrevendo Aquela Coisa Toda para o grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, e Recordações do Futuro, para o grupo Manhas & Manias. Nesse período aproxima-se de Patrícia Travassos e Evandro Mesquita, futuros parceiros da banda Blitz, para a qual Chacal compôs algumas letras. Em 1983 veio a público Drops de Abril, reunião dos livros anteriores editada pela editora Brasiliense. Seus outros livros são: Comício de Tudo (1986) - crônicas que escreveu para o Correio Brasiliense -, Letra Elétrika (1994), Posto Nove (1998) e A Vida é curta pra ser pequena (2002). Desde 1990 é diretor do CEP 20.000.

    25 Livros
    31 Seguidores
    RJ, Brasil

    Ricardo de Carvalho Duarte