The Rebel Sell - Why the Culture Can't be jammed

    Joseph Heath; Andrew Potter

    Harper Perennial
    2005
    384 páginas
    12h 48m
    ISBN-13: 9780006394914

    With the popularity of Michael Moore, Adbusters magazineand Naomi Klein’s No Logo, it’s hard to ignore the growing tide ofresistance to our corporatecontrolled world. But do these vocal opponents of thestatus quo offer us a real political alternative? In this lively blend of pop culture, history and philosophicalanalysis, Joseph Heath and Andrew Potter argue that this counterculturalopposition to "the system" has not only been unproductive but hashelped to create the very consumer society that radicals oppose. Thisthought-provoking book will enrage and entertain today’s counterculturalrebels and their opponents on the political right.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Ricardo Pereira picture
    Ricardo Pereira23/12/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Nos faz pensar sobre a efetividade de nossos impulsos contra "o sistema"

    Livro muito interessante, que apresenta a visão do autor sobre uma corrente de pensamento muito influente, com raízes nos anos 60, e que é bastante sedutora principalmente para pessoas idealistas e não-conformistas. Traz várias informações contra-intuitivas que nos fazem repensar se vários dos nossos impulsos idealistas e de reação ao sistema são justificáveis ou producentes. Um ponto fundamental é que muitas vezes o "inimigo" não está lá fora, personalizado ou ao menos materializado, o que facilitaria o combate, mas está escondido em nós mesmos e se constitui a partir de várias de nossas ações e desejos. Trecho do início: "Neste livro, argumentamos que décadas de rebelião contracultural não mudaram nada porque a teoria da sociedade na qual se baseia a ideia contracultural é falsa. Não vivemos na Matrix, nem vivemos no espetáculo. O mundo em que vivemos é na verdade muito mais prosaico. Consiste em bilhões de seres humanos, cada um perseguindo alguma concepção mais ou menos plausível do bem, tentando cooperar uns com os outros e fazendo isso com vários graus de sucesso. Não existe um sistema único e abrangente que integre tudo. A cultura não pode ser bloqueada porque não existe algo como "a cultura" ou "o sistema". Existe apenas uma miscelânea de instituições sociais, a maioria provisoriamente colocadas juntas, que distribuem os benefícios e fardos da cooperação social de maneiras que às vezes reconhecemos ser justas, mas que geralmente são manifestamente desiguais. Em um mundo desse tipo, a rebelião contracultural não é apenas inútil, é positivamente contraproducente. Não apenas distrai a energia e o esforço do tipo de iniciativas que levam a melhorias concretas na vida das pessoas, mas também incentiva o desprezo total por tais mudanças incrementais." Trechos do livro (em inglês) no link.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 1
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%