É o início do século do jazz e da bomba, quando já não se pode separar o céu do inferno. Entre a biblioteca e as bolinações, Vinicius descobre o prazer no corpo e a sublimação da vida nas palavras. Perceberia depois a distância entre as palavras grandiosas - que destroem todas as outras verdades - e o dia a dia dos homens. O poeta opta pelas obscenidades do cotidiano, pela fala dos amantes e da paixão. Quando Vinicius nasceu, o Sol se encontrava em Balança. Talvez ele tenha consultado diversas vezes a literatura disponível sobre sua carta astral. Vira e mexe, falava com fascínio da dinâmica dos contrários, na atração e repulsa dos opostos, na Morte contida na Vida e outras contraposições. Foi interceptado como poeta anacrônico, clássico fora de época, etc., etc., etc. Vãs filosofias. Em Vinicius, não se pode separar o céu do inferno. ==== http://www.editorabrasiliense.com.br/cat-colecao-encanto-radical.php
Vinicius de Moraes (Encanto Radical #47) -
Geraldo Carneiro
Brasiliense
1984
104 páginas
3h 28m
ISBN-10: 8567913586
Português Brasileiro
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