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    Political Theology: Four Chapters on the Concept of Sovereignty

    Carl Schmitt, Carl Schmitt

    University of Chicago Press
    2006
    70 páginas
    2h 20m
    ISBN-10: 0226738892
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    Written in the intense political and intellectual tumult of the early years of the Weimar Republic, Political Theology develops the distinctive theory of sovereignty that made Carl Schmitt one of the most significant and controversial political theorists of the twentieth century.Focusing on the relationships among political leadership, the norms of the legal order, and the state of political emergency, Schmitt argues in Political Theology that legal order ultimately rests upon the decisions of the sovereign. According to Schmitt, only the sovereign can meet the needs of an "exceptional" time and transcend legal order so that order can then be reestablished. Convinced that the state is governed by the ever-present possibility of conflict, Schmitt theorizes that the state exists only to maintain its integrity in order to ensure order and stability. Suggesting that all concepts of modern political thought are secularized theological concepts, Schmitt concludes Political Theology with a critique of liberalism and its attempt to depoliticize political thought by avoiding fundamental political decisions.

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    Carl Schmitt

    É considerado um dos mais significativos e controversos especialistas em direito constitucional e internacional da Europa do século XX. A sua carreira foi manchada pela sua proximidade com o regime Nazista O seu pensamento foi influenciado pela teologia católica, tendo girado em torno das questões do poder, da violência, bem como da materialização dos direitos. Além de direito constitucional e internacional, a sua obra abrange outros campos de estudo, como ciência política, sociologia, teologia, filologia germânica e filosofia. Ademais, da sua produção literária constam não somente textos de natureza jurídica ou política, mas também sátiras, relatos de viagem, investigações em história intelectual e exegeses de textos clássicos da língua alemã. Schmitt é hoje lembrado não só como um "jurista maldito" (sobretudo em razão do seu engajamento na causa nacional-socialista) e como um adversário da democracia liberal, chegando a ser chamado por um de seus críticos, o jurista alemão Günter Frankenberg, de "coveiro do liberalismo" e "Cassandra de Plettenberg do direito público", mas também como um "clássico do pensamento político" (Herfried Münkler). As mais importantes influências sobre o seu pensamento provieram de filósofos políticos, tais como Thomas Hobbes, Niccolò Machiavelli, Jean-Jacques Rousseau, Juan Donoso Cortés, Georges Sorel, Vilfredo Pareto e Joseph de Maistre. As suas idéias continuam atraindo atenção de filósofos e cientistas políticos contemporâneos, dentre eles: Giorgio Agamben, Jacques Derrida, Paul Gottfried e Chantal Mouffe.

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    Carl Schmitt