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    L'Illusion comique -

    Pierre Corneille

    Candide & Cyrano
    2012
    118 páginas
    3h 56m
    ISBN-10: B00DID2M98
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    Une édition de référence de L’Illusion comique de Pierre Corneille, spécialement conçue pour la lecture sur les supports numériques. « Clindor L'amour dont la vertu n'est point le fondement Se détruit de soi-même, et passe en un moment ; Mais celui qui nous joint est un amour solide, Où l'honneur a son lustre, où la vertu préside ; Sa durée a toujours quelques nouveaux appas, Et ses fermes liens durent jusqu'au trépas. Mon âme, derechef pardonne à la surprise Que ce tyran des cœurs a faite à ma franchise ; Souffre une folle ardeur qui ne vivra qu'un jour, Et qui n'affaiblit point le conjugal amour. » (Extrait de la Scène 3 de l’Acte V.)

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    Pierre Corneille

    Pierre Corneille era o mais velho de seis irmãos (um deles, Thomas, também foi dramaturgo). Pertencia a uma família de magistrados de Ruão. O próprio Pierre Corneille iniciou estudos de direito. Em 1629 um desengano amoroso leva-o a escrever seus primeiros versos, para passar posteriormente a sua primeira comédia, Melita, que estreou em Paris, nesse mesmo ano, a companhia de Mondory e Le Noir. Com esta e suas obras seguintes, Corneille cria um novo estilo teatral, em que os sentimentos trágicos são postos em cena pela primeira vez em um universo plausível, o da sociedade contemporânea. Corneille, autor oficial por nomeação do Cardeal de Richelieu, rompe com seu status de poeta do regime e com a política controvertida do cardeal para escrever obras que exaltam os sentimentos de nobreza (O Cid), que recordam que os políticos não estão acima das leis (Horacio), o que apresenta um monarca que trata de recuperar o poder sem exercer repressão (Cinna). Em 1647 é eleito para a Academia Francesa, ocupando a cadeira número 14 até sua morte, quando foi sucedido por seu irmão Thomas. Após a morte de Richelieu, entre os anos 1643 e 1651, e durante o período da Fronda, a crise de identidade que padece a França se reflete na obra de Corneille: acerta contas com Richelieu em "la Mort de Pompée", escreve "Rodugone", uma tragédia sobre a guerra civil, e desenrola o tema do rei oculto em "Héraclius", "Don Sanche d'Aragon" e "Andromède", perguntando-se sobre a natureza do rei, subordinado às vicissitudes da história, fazendo assim que este ganhe humanidade. Foi precisamente a maquinaria necessária para pôr em cena Andrômeda, apresentada como sua obra-prima, o que justificou a construção do Teatro de Petit-Bourbon em 1650. A partir de 1650, suas obras conhecem menores êxitos, até o fracasso de "Pertharite"; Corneille deixa de escrever durante vários anos. A estrela ascendente do teatro francês é então Jean Racine, em cujas obras as intrigas prevalecem sobre os sentimentos e aparecem menos heróicos e mais humanos. O velho poeta não se resigna e renova o teatro com a tragédia Édipo. Corneille continua inovando o teatro francês até sua morte, os efeitos especiais ("O Velocinode Ouro"), e provando com o teatro musical ("Agésilas", "Psyché"). Também aborda o tema da renúncia, através da incompatibilidade do cargo real com o direito da felicidade ("Sertorius", "Suréna") Ao final de sua vida, a situação de Corneille é tão ruim que o próprio Boileau solicita para ele uma pensão real, que Luís XIV concede. Corneille morre em Paris em 11 de outubro de 1684. A extensão e riqueza de sua obra fizeram com que, na França, surja o adjetivo corneliano, cujo significado, hoje em dia, é bastante extenso, mas que significa a vez da vontade e do heroísmo, da força e da densidade literária, da grandeza da alma e da integridade e uma oposição irredutível aos pontos de vista.

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    Normandia, França

    Pierre Corneille