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    A Queda da Atlântida -

    Marion Zimmer Bradley

    Difel 82 - Difusão Editorial, S.A.
    2001
    484 páginas
    16h 8m
    ISBN-10: 9722905244
    Português Brasileiro
    3.8
    325 avaliações
    Leram736Lendo10Querem465Relendo1Abandonos11Resenhas11
    Favoritos25Desejados465Avaliaram325

    A história de duas irmãs, Deoris e Domaris, filhas de Sumo Sacerdote Talkannon, dos seus amores, dos seus ódios, dos seus prazeres e sofrimentos e da forma como, tendo escolhido caminhos diferentes, por vezes opostos, vivem os seus dias e desempenham um papel fulcral na batalha que, apesar de invisível, se trava dia e noite pelo futuro do Mundo. Mas mais importante que qualquer destino ou karma, o que está em jogo é o futuro do próprio Mundo, pois da batalha mortal que se trava entre as Trevas e a Luz e do seu desenlace poderá resultar a queda da própria Atlântida.

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    Resenhas (11)Ver mais
    Olana      S2 picture
    Olana S231/10/2017Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Magia, Mistério... faltou Emoção.

    Marion Zimmer Bradley se consagrou com a saga As Brumas de Avalon (ao qual já li e adorei) contando a história do Rei Arthur sob a ótica das mulheres. Neste A Queda de Atlandida, Bradley apresenta um mundo fictício que, pelo desenrolar dos demais livros, culminará na lendária ilha de Avalon. E este também, com um toque predominantemente feminino. A escritora não detalha o país/ilha/arquipélago em que a história de desenrola. Não fala com cuidado da cultura e tradição desse ambiente mágico. Não explica os porquês de determinados acontecimentos. Esses são fatos que me fizeram ficar confusa e cansada em alguns momentos do livro. Achei que faltaram etapas que contextualizassem o que estava acontecendo. Tudo começa com a apresentação dos personagens Micon, e as irmãs Domaris e Deoris. A primeira parte trata do envolvimento e desenrolar do relacionamento entre os dois primeiros. Micon trás um mistério consigo, que vai sendo revelado de forma meio truncada. O mundo de Domaris e Deoris tem características e costumes que não são explicados como poderiam. Os fatos ocorrem e não fica claro o que exatamente está por trás de tudo aquilo. A segunda parte, um pouco mais interessante, foca na vida de Deoris e como ela torna-se uma peça fundamental em todo o jogo que está se passando no âmbito. O esqueleto da história tem personagens que poderiam ser cativantes. Porem falta por parte da autora, escrever sobre eles de forma a nos fazer entender seus sentimentos. São mistérios sem explicação, revelados sem prévia elaboração. Esclarecimento do que estava acontecendo, sem que parecesse um mistério até que fosse revelado. Tradições que seriam deliciosamente lidas se tivessem sidos aprofundadas, ficaram confusas sem a riqueza que com certeza era possível. Enfim, achei que faltou... mas apesar de todos os meus pesares, apreciei o esqueleto. Ele nos dá vontade de saber mais, vontade de continuar lendo. É um projeto interessante, rico, com muito campo para imaginação. Sendo assim, sigo para a sequencia esperando ser compensada com as explicações que tanto senti falta.

    11 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 325
    • 5 estrelas30%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas30%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas3%
    Marion Eleanor Zimmer Bradley profile picture

    Marion Eleanor Zimmer Bradley

    Nasceu em Albany, capital do estado de Nova Iorque, em junho de 1930. No auge da grande depressão econômica, seus pais eram muito pobres, impossibilitados, portanto, de oferecer-lhe uma educação esmerada. Teve que começar a trabalhar muito cedo, chegando a ser garçonete e faxineira. Ao completar dezesseis anos, ganhou uma máquina de escrever da mãe. Marion, com o presente oferecido pela mãe, começou a escrever histórias. No início, para sobreviver, sujeitou-se a produzir uma série de romances sensacionalistas. Nos anos cinquenta, era aquilo a que se chama uma “escritora de sucesso fácil”, vendia histórias de sexo e de mistério a revistas de grande tiragem, para sustentar marido e filhos. Por essa altura juntou-se a um grupo de activistas lésbicas denominado Daughters of Bilitis, considerada a primeira organização de direitos lésbicos dos Estados Unidos. Na década seguinte, dedicou-se à produção de romances góticos para poder tirar um curso universitário. As suas histórias de ficção científica do ciclo Darkover (um planeta onde os seres humanos, ao contacto com os alienígenas, adquirem poderes extrapsíquicos) continuam a ter numerosos admiradores. Com As Brumas de Avalon, e a sua permanência de três meses na lista dos “bestesellers” do New York Times, Marion tornou-se uma escritora de prestígio e uma das mais lidas no mundo inteiro. Prosseguiu na mesma senda com Presságio de Fogo (1987) (lançado no Brasil com o título de "Incêndio de Tróia"), onde reescreve a guerra de Tróia de uma perspectiva feminista. Regressa ao universo mítico da Bretanha druídica, desta vez, em confronto com o Império Romano com A Casa da Floresta (1983). Em 1985, Marion Bradley lançou um novo livro, especialmente destinado ao público infantil. Muitos, no entanto, consideraram o livro uma obra adulta, e possivelmente imprópria para crianças: "A filha da Noite", baseado na ópera "A flauta mágica", de Mozart. Deixou mais de meia centena de livros. Entre seus livros mais famosos estão As Brumas de Avalon, Presságio de Fogo/Incêndio de Tróia, A Casa da Floresta e a série Darkover. Marion Zimmer Bradley foi casada duas vezes e teve dois filhos. Morava em Berkeley, na Califórnia. Muito de sua notoriedade também se deve ao apoio que deu à comunidade de ficção científica americana.

    128 Livros
    1.612 Seguidores
    Nova Iorque, Estados Unidos

    Marion Eleanor Zimmer Bradley