Um homem de 58 anos, com aparência de 80, desprezado por sua família, tratado como lixo e desrespeitado por todos, descobre que tem poucos dias de vida após o diagnóstico de câncer.
Criar simpatia e ter pena desse sujeito é inevitável, ainda mais quando ele decide adotar uma cachorrinha adorável e é o único a tratá-la com amor.
Todos são desprezíveis com ele, mas ele é incapaz de se impor, mesmo tendo vontade e percebendo que está sendo injustiçado. Mais uma vez, a imaturidade emocional do homem japonês sendo retratada, independente da idade. Eles são incapazes de se impor perante os outros, apenas aceitam que é aquilo que devem fazer. O dever é maior que a vontade própria.
Derrepente, ele e um outro rapaz que não conhecemos até então, é atingido por algo, que os mata e reconstroi seus corpos com equipamentos bélicos.
Ao constatar uma situação de violência contra um morador de rua (sendo jovens os algozes), age em defesa do oprimido e decide que o que dará valor a sua existência a partir de então, será defender aqueles que precisam e denunciar as injustiças do mundo. Tudo muito lindo e nobre, até que conhecemos o outro rapaz que virou também um robô muito convenientemente cheio de arma dentro do corpo.
Ele estuda na mesma escola que a filha de Inuyashiki, e tem um melhor amigo fã de Gantz. Pra deixar claro que esse personagem é desprezível pro autor e deve ser para o público tbm, ele fala mal de Gantz msm dizendo que não entendeu nada e que pensa assim porque todo mundo acha Gantz ruim. Já disse que o autor de inuyashiki é o autor de Gantz? Não preciso dizer o quanto achei essa auto punhetação imatura. Enfim, o volume termina com o hater de gantz que chora lendo one piece mostrando que é um robô bélico pro amigo fã de gantz. A arte do mangá é incrível, mas essa edição porca da @panini não ajuda muito. Papel jornal catado no lixo, folhas escuras que prejudicam a arte. 8/10