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    Rage -

    Richard Bachman

    New English Library Ltd
    1983
    224 páginas
    7h 28m
    ISBN-13: 9780450053795
    3.8
    3 avaliações
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    Favoritos1Desejados1Avaliaram3

    At 9:05 a.m. in Room 16 of Placerville High School Mrs Underwood realised that she had to go back to the basics in Algebra. The exam results had not been good. At 9:50 the change-of-class bell rang. But in Room 16 Algebra was already long over. For Mrs Underwood, over for ever. She lay dead on the floor, shot through the head, her eyes still wide open, her blood already dark and congealed as a fly settled hungrily on her bare neck. Mr Vance was dead as well. The bullet had caught him full in the throat as he came through the door. The kids were still there, not hurt but not going anywhere. The boy with the gun, sitting so casually on the edge of the teacher's desk, had decided that. He watched and waited as outside the police circled and conferred. School had been evacuated. Except for Room 16 where the kids still had a lot to learn. The end of the first lesson. Time for a second, a third. A whole timetable of terror stretching ahead of them...

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    Lean Braga picture
    Lean Braga06/05/2026Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Um microcosmos

    Esse foi meu primeiro livro em inglês lido inteiramente e estou bem orgulhoso. Percebi alguns maneirismos do King de forma mais explícita lendo um texto original do que um traduzido. Embora as traduções publicadas pela Suma sejam ótimas. Eu comecei lendo uma tradução em pdf. E ela era tão estranha, com muitos erros de sentido, o que tornou a experiência péssima. Foi quando decidi catar o original. Enfim, levei mais tempo do que levaria normalmente pra ler um livro de 200 páginas. Principalmente pela língua. Sou fluente no inglês, mas o King usa muita gíria, muito "regionalismo" (na falta de outra palavra melhor). E até mimetiza sotaques na escrita (escreve com determinado sotaque soa) em algumas falas irônicas do Charlie. É um livro diferente dos anteriores. Não temos o sobrenatural, mas só a mente humana. E é uma perspectiva muito interessante de ver, como o horror está nela também. E como está! Charlie é um adolescente traumatizado pela negligência paterna, que cresce reprimindo seu emocional e entra em conflito com figuras de autoridade (chegando a ser humilhado diversas vezes). É o acúmulo de tudo que o leva a violência. Cria-se uma espécie de microcosmos dentro da sala de aula. Uma suspensão do mundo. Vive-se aquilo por completo e as convenções sociais deixam de valer, as hipocrisias são expostas e os reféns acabam aos poucos simpatizando com Charlie. Parece absurdo mas nada na vida real é preto no branco. O livro gira em torno de relatos dos alunos reféns, que compartilham segredos e vivências, e do próprio Charlie. Um dos alunos, Ted Jones, permanece bem preso ao mundo real, às convenções, à sociedade. E não adentra essa catarse coletiva. Ele representa, ao meu ver, o mundo exterior com suas instituições, suas figuras de autoridade, o controle, o julgamento, a moral... E no fim, o efeito manada de todos os alunos contra ele representa bem essa dualidade. Ele não rejeita o mundo de fora e acha tudo aquilo, a exposição das verdades e a perda dos pudores, um absurdo. E é isso que o coletivo, no transe daquele microcosmos, ataca.

    4 curtidas

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    3.8 / 3
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    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas67%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Richard Bachman (pseudônimo de Stephen King) profile picture

    Richard Bachman (pseudônimo de Stephen King)

    Richard Bachman (1942–1985) é um pseudônimo (assim como um personagem fictício) do autor de ficção de terror americano Stephen King. King interpreta Bachman na terceira temporada da série de televisão FX "Sons of Anarchy". No início da carreira de King, a opinião geral entre os editores era de que um autor estava limitado a um livro por ano, já que publicar mais seria inaceitável para o público. King, portanto, queria escrever sob outro nome para aumentar sua publicação sem saturar demais o mercado para a "marca" King. Ele convenceu sua editora, Signet Books, a imprimir esses romances sob um pseudônimo. Em sua introdução ao "Os Livros de Bachman", King afirma que adotar o pseudônimo Bachman também foi uma tentativa de dar sentido à sua carreira e tentar responder à questão de saber se seu sucesso foi devido ao talento ou à sorte. Ele diz que lançou deliberadamente os romances de Bachman com a menor presença de marketing possível e fez o possível para "carregar os dados contra" Bachman. King conclui que ainda não encontrou uma resposta para a pergunta "talento versus sorte", pois sentiu que foi descoberto como Bachman muito cedo para saber. O livro de Bachman Thinner (1984) vendeu 28.000 cópias durante sua tiragem inicial - e depois dez vezes mais quando foi revelado que Bachman era, de fato, King. O pseudônimo King originalmente selecionado, Gus Pillsbury, é o nome do avô materno de King, mas no último momento (devido ao pseudônimo ser divulgado) King o mudou para Richard Bachman. "Richard" é uma homenagem ao pseudônimo de longa data do autor de crimes Donald E. Westlake , Richard Stark. (O sobrenome Stark foi usado mais tarde no romance de King The Dark Half, no qual o pseudônimo malévolo de um autor, "George Stark", ganha vida). "Bachman" foi inspirado por Bachman-Turner Overdrive, uma banda de rock and roll que King estava ouvindo na época; seu editor pediu que ele escolhesse um pseudônimo na hora. King forneceu detalhes biográficos para Bachman, inicialmente nas sinopses "sobre o autor" nos primeiros romances. Os "fatos" conhecidos sobre Bachman eram que ele nasceu em Nova York, serviu um período de quatro anos na Guarda Costeira , que ele seguiu com dez anos na Marinha Mercante. Bachman finalmente se estabeleceu no centro rural de New Hampshire, onde administrava uma fazenda leiteira de tamanho médio, escrevendo à noite. Seu quinto romance foi dedicado à esposa, Claudia y Inez Bachman, que também recebeu crédito pela foto falsa do autor na capa do livro. Outros "fatos" sobre o autor foram revelados em despachos publicitários dos editores de Bachman: os Bachmans tiveram um filho, um menino, que morreu em um infeliz acidente ao estilo Stephen King aos seis anos de idade, quando caiu em um poço e se afogou. Em 1982, um tumor cerebral foi descoberto perto da base do cérebro de Bachman; cirurgia complicada removeu-o. Depois que a verdadeira identidade de Bachman foi revelada, despachos publicitários posteriores (e sobre o autor ) revelaram que Bachman morreu repentinamente no final de 1985 de "câncer do pseudônimo".

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    Maine, Estados Unidos da América

    Richard Bachman (pseudônimo de Stephen King)