Este livro é uma interpretação profunda da realidade de Thomas Green Morton, uma lenda viva por seus talentos estupefacientes, seus fenómenos maravilhosos, incríveis e impossíveis. Estes fenómenos frequentemente deixam Thomas sem palavras ou pensamentos, assim como os milhares de pessoas que já testemunharam a interferência de sua força em estruturas moleculares ou atómicas da matéria transmutando formas, tamanhos e composições. A natureza da energia de Thomas produz estados alterados de consciência que interferem na realidade e no espaço. Mesmo para os espíritas a paranormalidade de Thomas é tão fora dos padrões que eles se viram obrigados a repensar em alta voz o que era real e o que não era. Ele é simplesmente demais para os sistemas de crença atuais, inclusive para aqueles baseados em noções espirituais do invisível. Ele ressuscita pássaros mesmo depois de congelados em geladeiras. O pássaro é o símbolo do Espírito ou do Se//mais elevado, do homem já livre do peso da encarnação. O ser humano, antes de retornar à Terra ou de reencamar, concordou com as limitações de sua existência material. Thomas nunca afirmou ter poder para brincar com as Leis Kármicas ou para evitar a morte. De uma certa forma, tornou-se o guardião de um portão iluminado, aliviando a dor física ao mesmo tempo em que possibilita o olhar, o saborear e o sentir do espaço cósmico. Em outras palavras, ele ensina as pessoas a morrer, estimulando-as a viver seus últimos momentos ao máximo. Ele faz com que a morte seja respeitada como a passagem que é para outro plano.
