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    Le bonheur volé - Drame De La Vie Paysanne En Cinq Actes

    Ivan Franko

    Editions L'Harmattan
    2016
    158 páginas
    5h 16m
    ISBN-10: 2343099383
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    Dans un village de l'Ukraine occidentale, en 1870, pour des questions d'héritage, les frères d'Anna lui font croire que son amant, Mykhaïlo, est mort à la guerre. Or, ce dernier est toujours vivant ! Devenu gendarme, il revient au village pour retrouver sa promise. Usant de son pouvoir, le gendarme accuse le mari, Mykola, un vieux paysan, d'assassinat et l'envoie en prison. Faute de preuves, le mari est libéré et rentre chez lui. Anna est alors tiraillée entre son coeur et sa raison. Une traduction d'un des chefs d'oeuvre de la dramaturgie ukrainienne du Xixème siècle.

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    Ivan Yakovych Franko

    Ivan Yakovych Franko (pronúncia: [iˈvɑn ˈjɑkovɪtʃ frɐnˈkɔ]) foi um poeta, romancista, tradutor, crítico literário e social , jornalista, economista, filósofo, dramaturgo, ativista político entre outras funções. Ivan Frankó foi uma das peças mais importantes dos movimentos de esquerda do oeste ucraniano. - No verso Carta do Brasil escrito em 1895 pelo poeta da Ucrânia Ocidental Ivan Frankó (1856-1916) é contada a história de quarenta ucranianos que migraram para o Brasil no século XIX: "Carta de um imigrante Vizinhos! - é Olécia que está escrevendo. Saúde boa e bem vai se vivendo. Faz sete meses que silenciamos. No fim de tal destino já acampamos. Vivemos em florestas, em cabanas, e imensamente, estamos trabalhando. Vivemos juntos, não nos separaram, da vila, quinze léguas nos distaram. Na mata, sob montanhas... não chiamos. Não há estradas, trilhas palmilhamos. Brasil! Também se sofre nessa terra: pegou-nos logo a febre amarela. Em três meses na Ilha das Flores morreram três mulheres e três homens. Vendemos como servos cinco moços, àquelas casas foram cinco moças. Dos moços não tivemos nem notícia. As moças comem, bebem... quê "delícia!" Que mais escrevo? Novas não alardam. De cobras cinco nossos se finaram. Aqui anda um povo rude pelo mato que mata e come a gente. Fuja deste fato. Se Deus quiser, e nós nos recompormos quarenta fomos, em dezoito somos. É pena que rezar nem conversar não querem em ruteno (ucraniano) nos deixar, Na vila, Kandziubinski assim gritou: "Aqui não se fala em ruteno, não! Polacos são o rei, o país e Deus! Falar em polaco ou calar de vez!" Fazer o que com tal intimação? Que assim seja. Qual a salvação. Aqui termino. Adeus. E de ora tereis mais novas se luzir melhora." e "Poema para o Brasil Oh, transbordaste, desdita rutena, Pela Europa, e além-oceanos! Docas de Hamburgo – e em que ferrovias Lágrimas tuas copiosas caíam! ? Todos de ti arrancavam quinhões: Nobres polonos e agentes teutões. Inda no Mar – que te aguarda por lá? Ou no Brasil, ou no tal Paraná? Que paraíso se abre-te mais No Espírito Santo ou em Minas Gerais?"

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