Livro bem completo, dividido em artigos com autores diferentes, sobre a história da pornografia do renascimento à revolução francesa.
Humanismo, Política e Pornografia no Renascimento italiano de Paula Findlen trata sobretudo da literatura de Aretino, com especial ênfase nos Sonetos Luxuriosos e no Ragionamento.
A Politização da pornografia de Joan Dejean trata de como o L'ecóle de Filles é considerado o marco inicial da pornografia moderna com o intuito de politizar o obsceno.
Às vezes um cetro é apenas um cetro de Rachel Weil trata da relação intrínseca do poder monárquico e a analogia pornográfica.
O mundo materialista da pornografia de Margaret Jacob trata do sentido filosófico do obsceno.
Verdade e palavra obscena na pornografia francesa do século XVIII de Lucienne Mazur retrata a linha de diferença entre narradores masculinos e femininos e o quão psicanaliticamente se desenvolvem com a preferência pelo narrador feminino.
A Prostituta Libertina de Kathryn Norberg trata de como os conceitos de Rousseau foram prejudiciais às questões de gênero ao mesmo tempo em que Sade não fazia distição entre
Fantasia erótica e libertinagem masculina no Iluminismo inglês de Randolph Trimbach trata de como John Cleland abriu toda uma nova perspectiva de pornografia na Inglaterra com Fanny Hill.
Política e Pornografia na República Holandesa dos séculos XVII e XVIII de Wijnand Mihnhardt trata ambígua relação da pornografia na Holanda.
A Pornografia e Revolução Francesa de Lynn Hunt trata do ápice da pornografia francesa, com Sade, Restif de La Bretonne.