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    Por um toque de ouro -

    Carolina Munhóz

    Fantástica Rocco
    2015
    227 páginas
    7h 34m
    ISBN-13: 9788568263228
    Português Brasileiro
    3.6
    1081 avaliações
    Leram1554Lendo50Querem1458Relendo1Abandonos73Resenhas112
    Favoritos0Desejados1458Avaliaram1081

    Ruiva, olhos verdes, corpo esbelto e um toque de sorte que parece inesgotável. Assim é a jovem Emily O’Connell, futura herdeira da luxuosa marca de sapatos e bolsas O’C. Integrante de uma das famílias da alta sociedade irlandesa, ela é uma espécie de ícone da cultura pop no país, venerada por milhões de garotas e cortejada pelos rapazes mais bem-sucedidos e famosos da Europa. Para completar, tem um ótimo relacionamento com os pais, que a adoram. O que Emily não sabe é que sua vida quase perfeita está por um fio. Ao lado de Darren, seu melhor amigo, Emily frequenta festas e pubs. Embora os dois estejam matriculados na mesma universidade, a prestigiada Trinity College, ela acumula faltas no curso de Dramaturgia. Quando decide voltar às aulas após um estranho incidente com um rapaz na comemoração do dia de St. Patrick, a jovem fica em dúvida se sua sorte chegou ao fim: começa o dia discutindo com um renomado professor de teatro e termina com um esbarrão em um garoto, que a trata de forma grosseira, ao entrar na festa de casamento de uma amiga da família. Para a surpresa de Emily, o garoto se aproxima e puxa conversa. Embora sinta-se atraída por ele, Emily fica irritada com seu jeito arrogante e decide sair de perto. Quando achou que havia se livrado do garoto, a noiva decide apresentá-los. Trata-se de Aaron Locky, herdeiro de uma das famílias mais ricas de São Francisco, nos Estados Unidos. A partir daí, os caminhos de Emily e Aaron voltam a se cruzar, e a curiosidade da ruiva aumenta na mesma proporção da atração que sente por ele. Afinal, que segredos ele esconde por trás de seus cabelos compridos e de sua risada irônica? De algum modo, Aaron exerce sobre ela uma atração irresistível, como se uma aura de poder os cercasse e os unisse. Ele tem muito a ensinar a Emily, mas, entre todas as coisas, ela nunca imaginaria que poderia estar envolvida com uma tradição secular lendária. Por um toque de ouro é o primeiro livro da Trindade Leprechaun.

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    Resenhas (112)Ver mais
    Beatriz Queiroz  picture
    Beatriz Queiroz 22/06/2016Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    O que NÃO ler

    Inicialmente eu deveria comentar que mal terminei de ler o livro, em certa parte dele eu já supunha um final (meio óbvio) e como eu já estava perdendo a paciência, pulei logo para as últimas páginas e (ahá) foi exatamente como eu imaginava. Emily é uma irlandesa que durante a narrativa você só se lembra disso quando é comentado ou quando ela bebe drinques irlandeses, o que me decepcionou muito já que adoro detalhes de países diferentes, coisa que teve bem escassamente. Sem noção, afinal ela parecia mais brasileira com todo aquele papo de "bixa má", "bofe", "amore" (bleargh), enfim. Ela é uma garota riquinha, mimada, arrogante, infantil, e tão irritantemente fútil que eu passei a leitura toda querendo dar uns tapas nela. O que eu aprendi? Que não dá pra dar uns tapas em personagens fictícios. Emily conhece esse cara que é o típico bad boy que supostamente todas as riquinhas adoram, Aaron Locky. Primeiro ela "odeia" ele, aquele típico ódio clichê que não é ódio, e sim tesão, depois ela entra em um estado de dependência. Todos os personagens foram muito sem sal ou extremamente irritantes pra mim. O melhor amigo gay dela (que era aquele tipo estereotipado de gay - bleeeeeargh², vamos variar amiga, nem todo gay gosta de fazer compras) soou mega forçado, clichê e sinceramente eu não suportava o cara, e toda vez que aparecia alguma gíria no diálogo deles eu fazia aquela careta de quem chupou limão. Os amigos dela eram bem fúteis como ela, Aaron foi o bad boy mais chato que eu já tinha visto, já que a tentativa de fazê-lo parecer misterioso e sexy foi falha. A narrativa é lenta, chatinha, e basicamente não acontece quase nada. Eu realmente esperei que nem uma idiota que a personagem tivesse uma evolução... não aconteceu. Passei a maior parte do livro revirando os olhos e me irritando com toda aquela pinta de riquinha que se chama melhor que todo mundo da protagonista, na verdade, nunca encontrei protagonista pior. Pra mim é muito estressante ler um livro em que não gosto do protagonista e não me identifico com nenhum dos personagens, afinal, pra quem eu vou torcer se tiver briga? (E teve. Torci pra que o carro explodisse nessa parte). Porém, apesar de todos esses pontos negativos que fazem a história parecer um pontilhismo (escrito, não pintado), o livro deve ser ótimo em dias frios... para alimentar sua fogueira, é claro.

    17 curtidas

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    3.6 / 1081
    • 5 estrelas25%
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