Auguste Dupin é o protagonista, num caso sobre carta roubada com informações comprometedoras sobre certo adversário político de um ministro, escondida de maneira desafiadora para as buscas policiais.
O aspecto em evidência é a linha de investigação, em que Dupin dialoga com o personagem narrador sobre a melhor estratégia para usar: a dedução da mente do criminoso.
Cansado após mais de mês de busca minuciosa no hotel onde estaria escondida tal carta, a investigação policial se dá praticamente por vencida e o delegado, em conversa com Dupin, expressa que pagaria até o dobro da recompensa pelo achado, no que Dupin pede que faça o cheque e então surpreendentemente entrega-lhe a carta.
Eita! Escrevi só spoiler, mas o desvendamento do caso deixo em mistério.
Dupin certamente foi inspiração para Sherlock Holmes e nesse caso agiu com extrema paciência, guardando o 'pulo do gato' para o momento oportuno.
Curti e vou embalar em outros contos de Poe nas adaptações dessa singela coleção.
Leitura na quarentena em Macapá, na terceira fase da flexibilização.
Liberaram as academias hoje, dentro de um protocolo para funcionamento, mas penso em retornar só ano que vem. Vou é recomeçar caminhadas na praça perto de casa....