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    Os Irmãos Corsos (Coleção Jabuti #27) - Les Frères Corses

    Alexandre Dumas

    Edições Saraiva
    1961
    171 páginas
    5h 42m
    ISBN-13: 9788533915367
    Português Brasileiro
    3
    1 avaliação
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    Você acredita que dois irmãos gêmeos possam sentir as dores e emoções um do outro, mesmo estando em partes diferentes do mundo? Viaje nesta aventura emocionante para descobrir. Um dos romances mais empolgantes de Alexandre Dumas Pai, o escritor francês que foi um dos mais lidos de seu tempo. . . Os Irmãos Corsos é um livro do escritor francês Alexandre Dumas, publicado em 1844. O livro é dividido em três “momentos”. No primeiro Alexandre, em viagem à Córsega, conhece à Família De Franchi, em especial o jovem Lucien, com quem começa uma forte amizade. São retratados paisagens, costumes e ressaltada à etiqueta e hospitalidade corsa. Alexandre fica sabendo sobre o irmão gêmeo de Lucien, Louis, e que ambos nasceram unidos, bem como do fato dos De Franchi nascidos homens receberem à visita de seus parentes próximos recém-mortos, ou então a visita dos espíritos dos antepassados quando na véspera de sua própria morte. Fica sabendo também que Lucien e Louis, em função de sua singular ligação, conseguem sentir as dores, físicas e espirituais, um do outro!

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    R .03/09/2019Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Adaptação Rideel (Coleção Aventuras Grandiosas, tradução de Ana Carolina Vieira Rodriguez)

    Não conhecia o romance, um Dumas que, apesar de ter lido numa edição em resumo e não ter curtido a história, trás contrastes curiosos e interessantes. O cenário é a Córsega, mostrada como sociedade em que as disposições são extremadas. Vive-se em aparente respeito e o que fosse interpretado como ofensa desencadeava vendetta (vingança) de desenrolar certeiro e visceral. Era oito ou oitenta, podendo explodir em míseras situações (como na morte de uma galinha pelo vizinho). Os extremos convergiam no sentimento de vingança, onde se achava permissibilidade para tudo... Civilidade virava barbárie sem dificuldades. Existe esse quadro em nossa sociedade? O homem moderno é capaz de gerar ações hediondas como um selvagem irracional? Não é que o livro seja literalmente assim, mas fez pensar nessas coisas... Outro paralelo está entre os protagonistas. Irmãos gêmeos de personalidades diferenciadas, com percepção extraordinária sobre o que lhes acontecia, mesmo estando sem contato (Luís e Luciano). O cenário os empurrava para escolhas que nem sempre eram sua vontade, como a sociedade de hoje em determinadas convenções sociais... É o homem quem faz o meio ou o meio faz o homem? Fora a percepção dos extremos, o final também é interessante, parecendo resgatar a identidade pressionada do indivíduo, que se expressa como até então sentia-se vetado. Será que foi história real? Dumas parece narrador de uma história que testemunhou? Se não ele, muito disso pode ser visto hoje em histórias diversas em nossa sociedade.

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    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie