Em Espectros, Mauro Felippe nos traz uma coletânea multicolorida de pinceladas do passado, recolhidas do interior de suas memórias e fantasias. São poemas ora amorosos, ora emotivos, outros fantasiosos ou raivosos e outros tantos mais pesados, enegrecidos pela sombra da morte e, em certa medida, pelo medo de não viver tudo o que poderia ter vivido.
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"Nada é o que parece ser.
É tudo na forma que você enxerga."
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Amor, vida, desilusões, política, anseios, fé e a morte são alguns dos temais tratados em seus textos, em passagens de diversos tons, emoções e enredos, caminhando entre o intenso e o leve, entre a solidão e o carinho, a infância e o amadurecimento.
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"Quando inventaram a saudade, as distâncias ainda não existiam."
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Os poemas contidos neste volume são como espectros, feixes de luz, das mais diversas cores, que apesar de dispersos se unem entre si resultando em mais uma bela obra do autor.
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"As palavras têm vidas
Umas fazem-nos saltitar
E, quando menos tranquilas
Mais atraentes ficam
Fazem os olhos brilhar."
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Um livro para os amantes das letras, dos versos e dos compassos que embalam as palavras que saem diretamente do coração e da alma de um poeta. Recomendo!