As charges são apresentadas pelo próprio autor e não poupam ninguém. Acertadamente diz que “o alvo do chargista é o poder” e “como os dois maiores partidos do país são de esquerda” – e, acrescento eu, mais alguns outros – este é o alvo. Daí que criticá-la é preciso, não fazê-lo é tornar-se cúmplice com suas atrocidades passadas e possibilitar a repetição no futuro.



