"But that time of surrender was the ultimate turning point. It was true I could not live with the pain of my past anymore. It was the end of my life, as I knew it at least. I just didn’t have to die physically. Only that old part of myself died, spiritually and emotionally. Those old ideas of myself could not survive the bright light of my own love. The new life that had been quietly manifesting for years was finally able to be born."
Ninguém pode negar que Bronnie viveu e experienciou ensinamentos profundos sobre a vida. Através do seu trabalho como enfermeira de cuidados paliativos a autora escutou os maiores arrependimentos daqueles que já estavam partindo, uma profissão reservada para poucos. Entretanto, apesar da ideia do livro ser muito boa a escrita deixou a leitura tediosa e repetitiva. Grande parte da obra foi voltada para a vida da própria Bronnie e como ela havia experienciado aquelas lições, o que não faz muito sentido já que o objetivo era discutir os arrependimentos de seus clientes. Ademais, a escritora se repete de uma maneira extremamente cansativa e enfadonha.
O capítulo que mais gostei foi um dos últimos onde Bronnie conta sobre sua depressão. Entretanto, eu já estava tão cansada, que não consegui apreciar muito.
Por fim, não recomendaria a leitura. Acredito que existem outros livros que atingem o mesmo objetivo e são mais bem escritos.