My People Shall Live - Autobiography of a Revolutionary as told to George Hajjar

    Leila Khaled

    RC Press
    1973
    229 páginas
    7h 38m
    ISBN-13: 9780919600294

    The autobiography of a revolutionary Leila Khaled. "The most obvious moral of this book is that violence always breeds more violence. The Nazis subjected the Jews to violence. The Jews treated the Palestinians with violence. The Palestinians see violence as the only means of recovering their country and their freedom. At the age of twenty, Leila Khaled wrote, "armed struggle is the way of salvation"....Yet this determined young woman did not call on her comrades to exterminate the Israelis or to drive them into the sea. When victory is won, she says, we will establish a democratic state in Palestine with Jews and native Palestinians on equal terms. The author's descriptions of her hijacking exploits are vividly written and exciting. We do not often have the opportunity to hear an account of such incidents written by the hijacker rather than by the victims.

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    Marina24/11/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    “É preciso endurecer-se, mas sem perder a ternura jamais”

    “O movimento de libertação da Palestina não é racista nem hostil aos judeus. Ele não tem como alvo o povo judeu. Seu objetivo é acabar com a entidade militar, política e econômica israelense, que se baseia em agressão, expansão e unidade orgânica com os interesses do imperialismo em nossa terra natal. É contra o sionismo como um movimento racista agressivo em aliança com o imperialismo. O sionismo capitalizou o sofrimento do povo judeu para atender aos seus interesses e aos do imperialismo nessa rica parte do mundo, que é a porta de entrada para os países da África e da Ásia. O objetivo do movimento de libertação palestino é o estabelecimento de um Estado nacional democrático na Palestina, no qual árabes e judeus possam viver como cidadãos iguais em relação a direitos e deveres, formando uma parte integral da existência nacional árabe progressista democrática que viverá pacificamente com todas as forças progressistas do mundo.” Foi muito interessante e enriquecedor aprender sobre a (infeliz) invasão israelense à Palestina, a partir da perspectiva de uma Palestina revolucionária. A Leila, com muita dor, mas também com muito amor, escreve de forma sensível o impacto da invasão na sua vida e como a chama da luta armada cresceu dentro dela.

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