Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores23
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    70 historinhas -

    Carlos Drummond de Andrade

    Companhia das Letras
    2016
    224 páginas
    7h 28m
    ISBN-13: 9788543806945
    Português Brasileiro
    4.2
    7 avaliações
    Leram13Lendo1Querem9Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados9Avaliaram7

    A delicadeza, o humor, a observação sobre a vida cotidiana: tudo (e mais um pouco) neste luminoso conjunto de textos em prosa de Carlos Drummond de Andrade. Lançado em 1978, 70 historinhas reúne a prosa já publicada por Drummond em outros livros. São crônicas e contos - ou "cronicontos" - em que a observação caminha junto com a fabulação, o humor roça cotovelos com o lirismo e a crítica aparece arejada pelo deboche. Treze das histórias deste livro têm crianças e adolescentes como personagens, sem que o autor se preste a infantilizá-las, pela paródia da linguagem ou pelo primarismo das ações. Pelo contrário, elas enfrentam, contestam e vencem, muitas vezes, os detentores da autoridade, com a inteligência e a argúcia a que recorrem para desafiar-lhes o poder. Mais um lance de gênio de um dos mais importantes autores brasileiros de todos os tempos.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Stella Franco picture
    Stella Franco09/10/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Historinhas deliciosas!

    Drummond é excelente em prosa ou verso! Brilhante! As Historinhas são deliciosas de ler, todas muito bem escritas, mas algumas, chamam mais atenção pelo humor, ironia e pequenas filosofias. Drummond em uma entrevista dada em 1984 ao autor do posfácio, Edmílson Caminha, diz: “A crônica eu faço profissionalmente, porque preciso ganhar dinheiro. O jornal me paga, então eu debulho aquilo como uma coisa até meio mecânica. Uma vez ou outra é que me sinto assim com mais prazer; fora disso, faço aquilo por obrigação. Não é uma obrigação tediosa porque procuro fazer corretamente, para não chatear demais o leitor. Mas sinto que às vezes chateia, porque aparecem reações. [...] Eu escrevo prosa por obrigação.” “Era como se o autor não se colocasse entre os profissionais do gênero.” Como se achasse que não fosse tão bom em prosa como em poesia. Discordo e acho que assim como eu, deve haver muita gente que discorda. Além disso era contista e ensaísta. Gostei muito das seguintes historinhas: Os Pescadores, Assalto, Recalcitrante, O Importuno, Quero Lasanha, O Outro Mundo, A Visita Inesperada. Cito um trecho da historinha “Nascer” “Aída Isabel, não vou transmitir nenhuma palavra de ordem. Você será moça num Brasil tão diferente deste meu (já assisti a dois ou três brasis, em quarenta anos) que nem sei o que poderia servir-lhe de instrução para trabalhos e sonhos. Tudo está sempre por acontecer de novo e pela primeira vez. Cresça, Aída Isabel, e floresça. Estamos muito precisados de flores, de moças e de vir a ser.” Faço outra pequena citação da historinha “Maneira de Olhar” que achei muito pertinente: “É ruim ficar acostumado: não se vê mais nada, as coisas vão se apagando. Eles conversam demais, seria tão bom que todo mundo ficasse calado, pensando, sentindo; o quê? sentindo.”

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.2 / 7
    • 5 estrelas43%
    • 4 estrelas43%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Carlos Drummond de Andrade profile picture

    Carlos Drummond de Andrade

    Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte e Nova Friburgo com os Jesuítas no colégio Anchieta. Formado em farmácia, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou <i>A Revista</i>, para divulgar o modernismo no Brasil. Durante a maior parte da vida foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguido até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua única filha, a escritora Maria Julieta Drummond de Andrade. Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas.

    198 Livros
    2.1 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Carlos Drummond de Andrade