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    Superinteressante Nº 379 (Setembro de 2017) - Felicidade: como construir a sua

    não informado

    Abril
    2017
    76 páginas
    2h 32m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.2
    20 avaliações
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    R .19/09/2017Resenhou um livro
    3 (Bom)

    No início da revista tem um artigo sobre os desentendimentos e bravatas entre Trump e Kim Jong-un. Do alto de seus postos parecem desumanizados, sem a real noção de um conflito nuclear. O texto mostra essa insensibilidade, algo da origem do desentendimento (resquícios da Guerra Fria) e estratégias que os EUA estariam planejando (interceptação dos mísseis assim que detectados e treinamento de um grupo para dar cabo do líder norte-coreano). Nessas ocasiões, vendo a postura desses homens, costumo lembrar daquela frase de Paul Valéry sobre as guerras. Mais uma vez, se as coisas descambarem para as piores expectativas, é o que vai acontecer. "A guerra é um massacre entre gente que não se conhece, para proveito de pessoas que se conhecem, mas não se massacram." A reportagem de capa sobre a Felicidade é algo tão óbvio. Em linhas gerais, usar o presente em atos de realização e satisfação, que serão memória estimulante para a vida. Ênfase para a ação, cultivo e busca por parte de cada um. Ah, do jeito que se propõe: prazer momentâneo, esperança (por mais prazer), cultivo de pequenos hábitos de satisfação (tipo o envio de mensagens positivas) e até dedicar tempo para um tal mantra em meditação, para mim transmite algo superficial, pois o ego está no centro. No ideal de felicidade que imagino, só mesmo através da comunhão com Deus, pois penso em realizações que só virão por isso: saber perdoar, se importar com os outros sem holofotes, fazer o bem por compreender a necessidade, altruísmo, promover a justiça, a paz, a valorização do amor... Não através de mantra, não é por passado motivador, é apenas pela comunhão com Deus, frutificando através de cada um de muitas maneiras. __________________________ Em 22/09/17 Interessante também o texto sobre o uso de drogas pelo exército alemão na Segunda Guerra. A farmacoterapia emergencial deu-lhes alguma vantagem no campo de batalha, minando a dor, o sono, a fome, a lucidez, a apatia, enquanto Hitler incendiava os ânimos desencadeando processos viciantes. Só me faz pensar na desumanização que torna os homens como peças na guerra, máquinas em um jogo. A guerra era movida à muitas drogas também. Novamente me vem à mente a frase de Paul Valéry. No Oráculo me chamou atenção a mais ignóbil das perguntas. E não é que fiquei curioso em saber a origem daquela expressão chula: C@$%&LHO A QUATRO.

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