Nesta edição: - Drogas e a humanidade: Da Pré-História ao Cartel de Cáli e os narcos mexicanos: o vício, a proibição, a brutalidade dos traficantes e a impotência da lei - Guerreiras da Independência - Armas no espaço - Vitrais medievais - Destruição em Carajás
Aventuras na História Nº 172 (Setembro de 2017) - Drogas e a Humanidade
não informado
Me divirto com pequenas curiosidades e na dose da revista curti: - o provável primeiro emoji da história (um vaso turco de 1700 a.C com um tosco smiley); - a exumação do corpo de Dali nesse ano (encontrando-se o famoso bigode conservado); - e o costume dos Sármatas em provocar alterações anatômicas nos crânios para que ficassem alongados, um sinal de status entre eles (esse assunto estendi na net em busca de mais informações). Nessa parte, o que mais chamou minha atenção foi a informação de um estudioso de universidade norte-americana, de que a população da Ilha da Páscoa não entrou em colapso por conta da degradação ambiental em prol dos moais. Rapaz! Acredito em interesses escusos na declaração desse estudioso, ainda mais vindo dos EUA. Segundo a maioria dos pesquisadores, houve uma soma de fatores (guerra, crescimento populacional, escassez de alimento), onde a degradação ambiental foi um dos principais. Os EUA criaram Osama Bin Laden? O texto cita o apoio aos guerreiros mujahidins na Guerra do Afeganistão na década de 1980 (que lutavam contra o domínio soviético, apoiados por financiamentos americanos). Desse meio e contando com o patrocínio, se originaram grupos com seus interesses peculiares. Penso que a situação se repete na atualidade. Viajando em teorias conspiratórias, acho que os norte-coreanos tiveram apoio chinês para o desenvolvimento de armamentos e mais tarde isso pode se reverter, como aconteceu com o Bin Laden. Rapaz! Que história mais maluca e interessante também na mitologia egípcia sobre Osíris, Ísis e o filho Hórus. O texto dá a entender que o mito sobre eles originou a tradição das múmias e casamentos incestuosos na linhagem dos faraós. Na lista dos 10+, curiosos os tais zoológicos humanos do século 16... Seriam os primeiros reality shows. Ah, tem nada a ver, mas a curiosidade esdrúxula (e estou falando dos espectadores) me fez lembrar do romance "Filomena Borges", de Aluísio Azevedo. Né, não? Naquela parte do tour pela Europa com o caricato Bu-ru-cu-lu-lu... Olha! Quer dizer que no passado todo problema de mulher era classificado de histeria!? Eita! E relacionado a alguma disfunção sexual, por isso teriam inventado o vibrador. Vixi! O que era a mentalidade de outros tempos, hein! Nem vou fazer uma piadinha calhorda... Não curti muito a reportagem de capa sobre drogas. É importante e interessante, mas preferia que falassem mais do cenário brasileiro, nas origens da situação. Historicamente também nem citaram as guerras na popularização de narcóticos entre os soldados, e nem a ciência tosca de outros tempos que receitava cocaína, que nem o Freud fazia... Aspectos relevantes no panorama traçado entre as drogas e a humanidade. Em 28/09/2017 Eita! Mais uma reportagem sobre o evolucionismo e novos aspectos na teoria. Uma salada só! Agora a visão é de várias espécies humanoides convivendo em determinado período e compartilhando genes, se é que me entendem. A Seção Grandes Mulheres trouxe breve perfil de três guerreiras da independência. Baianas que não são muitos conhecidas ou reverenciadas na História do país, mas tiveram postura de destaque como inspiração pelas lutas de libertação. Maria Quitéria (a combatente determinada, que lutou bravamente no exército em papel até então exclusivo aos marmanjos - 1822). Joana Angélica (velha madre no Convento de Salvador, que se tornou mártir ao tentar impedir a entrada dos portugueses, sendo morta a golpes de baioneta em 1822). Maria Felipa (liderou um grupo de homens e mulheres contra a invasão de uma praia na Bahia, em lutas marcantes pelos planos traçados). Ah, esse texto cita várias vezes o livro "1822", de Laurentino Gomes, e, a julgar pelas narrativas, é uma leitura que fiquei empolgado em conferir. Outra dica de leitura que me interessou foi "1499 - O Brasil antes de Cabral", de Reinaldo Lopes. Quero curtir esse também. Finalizando, interessante também a reportagem sobre o estabelecimento em Carajás, simplesmente a maior mina de minério de ferro no mundo. História que começou em 1967, com uma descoberta quase aleatória, e que veio se desenvolvendo com grandes conflitos, como a degradação ambiental e embates com povos indígenas. Se não me engano, a Super do mês passado sugeriu essa leitura também.
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