Da pena do Cardeal Mindszenty, o homem de ferro que defendeu tenazmente a fé do seu povo contra a tirania comunista, parece que poderia esperar-se tudo, excepto um livro sobre a mãe. Não devemos, no entanto, tomar estas páginas como uma concessão ao sentimentalismo. O Cardeal considerou a mãe «a sua melhor colaboradora para a fundação do Reino de Deus», e por isso a sua obra embora escrita num estilo cheio de poesia e de delicadeza, tem por fim formar mães católicas, autênticas «mulheres fortes», que eduquem à sombra da Igreja, e sejam os pilares em que se apoie a cristandade das gerações futuras. Acolhido com verdadeiro entusiamo pelo povo húngaro, «A MÃE» não tardou a figurar entre os livros proibidos pelo governo comunista, da Hungria, sendo severamente castigado quem o possuísse clandestinamente. Mas a voz do Cardeal continuou a ouvir-se em todo o mundo, e «A MÃE» teve em Portugal o mesmo acolhimento que na Alemanha, na França e nos Estados Unidos. Agora que o Cardeal foi de novo chamado ao primeiro plano dos acontecimentos mundiais, a sua mensagem é mais oportuna que nunca. As suas palavras continuam a ser «atualidade de doutrina e de sangue». Versão da edição alemã: "Die Mutter" - Copyright by Rex-Verlag, Luzern - Tradução de RUI DE SANT'ELMO.
A Mãe -
Cardeal Mindszenty
Editorial Aster
1955
240 páginas
8h 0m
ISBN-10: B00T75WK2C
Português
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