Confronto
Tosaki não quer comparecer à reunião do ministro com outras pessoas, mas tem uma teoria de que alguém de lá está infiltrado. E é assim que Satou está matando as pessoas da lista. No entanto, Tosaki não vai, e vemos que era uma armadilha para ele mesmo. Acabam matando um cara que nem estava na lista. O pessoal do Satou não tem nenhuma empatia mesmo e não liga para os danos colaterais. Tosaki fecha um acordo com Nagai: fazer uma nova identidade para que ele possa viver tranquilo depois que acabarem com Satou. Em troca, Tosaki pede que ele mate o ministro. Os caras não tão nem aí pra vida alheia. Descobrimos que Satou serviu à Marinha dos Estados Unidos e foi dispensado com desonra. Nagai ainda diz que, quando os dois IBMs se acertaram, ele pôde ver, por segundos ou minutos, memórias do Satou, e diz o seguinte: "Aquela pessoa não é nenhum revolucionário, nem estratégia; é apenas um playboy." Vemos um vislumbre do passado do Boina: ele é o típico psicopata. Matava vários animais na infância sem expressar nenhuma empatia. O pai bate nele, mas depois o acolhe, dizendo que ele é maravilhoso, e se desculpa por bater. Eles estão indo executar o plano contra o Satou. Uma coisa que não tem a ver com a história, mas que eu gostei, foi a referência ao jogo "Halo": o Satou jogando com o controle de Xbox aparecendo na mão dele. Pra mim, que sou gamer além de leitor, é uma coisa legal de ver ali do nada. Eles estão em um hotel superprotegido estruturalmente, de um contato do Tosaki, para usarem dois membros da lista — e até ele mesmo, que vai estar dentro, mas separado dos outros dois — como isca para atrair o Satou e o pessoal dele. Eles são atacados pelo Boina de forma inesperada, com um helicóptero equipado com uma arma pesada. Ele mata várias pessoas que estavam lá para agir, inclusive o Tosaki e a Izumi (no caso dela, incapacitada). Alguém liga pro Nagai e pede que ele suba ao terraço e olhe para outro prédio. Ele vê Kai, que veio ajudá-lo a fugir. Ele resolve ir pra cima do Satou ao invés de fugir com Kai, mas descobrimos que tudo foi um sonho do Nagai. Cara, ao mesmo tempo que é broxante porque seria épico se isso tivesse realmente acontecido, também foi interessante para ver o subconsciente do Nagai com medo disso acontecer, e de que ele ainda vê o Kai como um amigo que está disposto a salvá-lo. E agora o pessoal do Satou realmente está indo atacar eles. E assim começa o caos no prédio. Um dos capangas dele acaba conseguindo se infiltrar como funcionário da empresa, simula um incêndio para ativar o dióxido de carbono, que acaba matando as pessoas lá dentro — menos ele. Logo em seguida, ele hackeia a segurança inteira do lugar e usa isso para beneficiar a entrada dos outros, que já estão fazendo várias mortes pelo caminho. Nagai e os outros descobrem que Satou não veio dessa vez para a ação, mas ele diz que tem um plano para atrair o Boina. Que plano é esse? Não sabemos. Eu gosto do tom sério que a obra tem, mas mesmo assim, em alguns momentos, ela quebra aquela tensão e as desgraças acontecendo com um pouco de comédia.

