Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores23
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Filosofia Medieval (Descobrindo a filosofia #13) - De Al-Farabi a Ockham

    Frederick Copleston

    Salvat
    2017
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9780268010911
    Português
    3.8
    5 avaliações
    Leram10Lendo2Querem11Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados11Avaliaram5

    Contrariando lugares-comuns do passado e velhos preconceitos, o pensamento medieval afigura-se diverso, crítico e polémico. Superada a etapa inicial de barbárie, enceta um diálogo com a filosofia grega nas suas variadas correntes, afina o método, e a lógica impõe as suas leis nos debates. O presente livro traça o horizonte desse mundo intelectual a partir desta perspetiva inovadora. A marca dos grandes mestres permanece viva como clássicos de hoje. Com efeito, Averróis constitui um ponto de referência para o pensamento árabe-islâmico contemporâneo; Maimónides mantém-se presente no diálogo dos filósofos judeus com a própria tradição; e Tomás de Aquino continua a inspirar a filosofia cristã na sua renovação doutrinal.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    André Luis Pavesi picture
    André Luis Pavesi09/03/2021Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Medievo

    Leitura interessante, porém sem espaço para um maior detalhamento. Vale como um panorama geral e referência para pesquisas mais aprofundadas.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 5
    • 5 estrelas20%
    • 4 estrelas60%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas20%
    Frederick Copleston profile picture

    Frederick Copleston

    Frederick Charles Copleston foi um padre jesuíta, filósofo e historiador da filosofia, famoso por sua influente obra História da Filosofia (1946-75). Frederick Charles Copleston nasceu a 10 de abril de 1907 nas proximidades de Taunton, Somerset, Inglaterra. Ele foi criado numa família de fé anglicana - seu tio, Reginald Stephen Copleston, foi Arcebispo Anglicano de Calcutá - e foi educado no Marlborough College de 1920 até 1925. Com 18 anos, converteu-se à fé Católica Romana, o que causou diversos problemas com a sua família[1]. Apesar dos protestos iniciais, seu pai lhe ajudou a completar sua educação no St John's College, em Oxford, onde ele estudou teologia de 1925 a 1929. Graduou-se na Universidade de Oxford em 1929[1]. Em 1930, Copleston tornou-se um jesuíta[1]. Depois de estudar em Roehampton por dois anos, ele se mudou para Heythrop, onde, em 1937, foi ordenado Padre Jesuíta no Heythrop College. Em 1938, viajou para a Alemanha para completar sua formação, voltando à Inglaterra pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial em 1939. Copleston pretendia inicialmente fazer seu doutorado na Universidade Gregoriana de Roma, mas a guerra tornou seu desejo impossível. Assim, em vez disso, ele aceitou uma proposta de retornar ao Heythrop College para dar aula de história da filosofia pros poucos jesuítas que ali restavam[1]. Enquanto dava aulas no Heythrop College, Copleston começou a escrever sua influente obra História da Filosofia (1946-75), uma obra que, em diversos tomos, apresenta claramente a filosofia antiga, medieval e moderna. Ainda hoje tida em alta estima pela crítica, a História da Filosofia de Copleston tem sido descrita como uma "obra monumental" que "fazia justiça aos autores que discutia, sendo muito mais do que uma obra de exposição"[1]. Copleston alcançou alguma popularidade na mídia quando debateu a respeito da existência de Deus com Bertrand Russell, que foi televisionado pela BBC em 1948. No ano seguinte, debateu o positivismo lógico e a significância da linguagem religiosa com seu amigo A. J. Ayer, da escola da Filosofia Analítica. Ao londo de sua carreira acadêmica, Copleston aceitou um grande número de títulos honorários, como o de Professor Visitante na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, onde ficou seis meses por anos dando aulas entre 1952 e 1968. Em 1970, ele se tornou Membro da British Academy (FBA) e, em 1972, foi-lhe concedida uma cadeira no Heythrop College. Em 1975, ele se tornou membro honorário do St. John's College de Oxford. Depois de se aposentar oficialmente em 1974, ele continuou a dar aulas. De 1974 a 1982, Colpeston foi professor visitante na Universidade de Santa Clara, e, de 1979 a 1981, ele deu aulas na Universidade de Aberdeen, que foram publicadas sobre o título de Religion and the One. Essas aulas tentaram "retratar os temas perenes em seu pensamento, e de fora mais pessoal que em sua História". Já no fim de sua vida, Copleston recebeu doutorados honoríficos de diversas instituições, incluindo a Universidade Santa Clara, California, Uppsala, e St Andrews[1]. Copleston foi convidado para se tornou membro do Instituto Real de Filosofia e da Sociedade Aristotélica. Copleston morreu a 3 de fevereiro de 1994 no Hospital St. Thomas e Londres aos 86 anos de idade[2]. Além de sua influente obra História da Filosofia (1946-75), uma das contribuições mais significativas de Copleston para a filosofia moderna foi o seu trabalho sobre as teorias de Tomás de Aquino. Ele tentou esclarecer a doutrina de Aquino dos Quatro Caminhos (na Suma Teológica) fazendo uma distinção entre causas in fieri e causas in esse. Fazendo isto, Copleston evidenciou que Tomás de Aquino propôs antes um conceito de um Deus onipresente que o de um ser que poderia ter desaparecido após organizar a cadeia de causas e pô-las em movimento.

    29 Livros
    12 Seguidores
    Tauton, Inglaterra

    Frederick Copleston