ao pulso, pressão ou ponteiro à mão, o futuro, ou na luva à porta, retrato, letreiro o cacho de cabelo, de uva ao pau, madeira, gozo ao conto, o texto ou a fada o pano, de chão, de corpo o poema, isso, nada
ao pulso, pressão ou ponteiro à mão, o futuro, ou na luva à porta, retrato, letreiro o cacho de cabelo, de uva ao pau, madeira, gozo ao conto, o texto ou a fada o pano, de chão, de corpo o poema, isso, nada

nasceu no Rio de Janeiro, em 1992. Formada em Letras pela PUC-Rio, é poeta e artista visual. Lançou, em 2016, Em que pensaria quando estivesse fugindo (Editora Urutau), participa com poemas na antologia Tente entender o que tento te dizer (Bazar do Tempo), Alto-mar (7Letras), Explosão Feminista (Companhia das Letras), Que o dedo atravesse a cidade, que o dedo perfure os matadouros (coletivo Palavra Sapata), São Nossas As Notícias Que Daremos (Movimento Respeita!) e CAVAR UM BURACO NÃO VER O BURACO (publicação independente com a pesquisa da peça que escreveu e dirigiu). É coidealizadora/fundadora do Movimento Respeita! – coalizão de poetas, coorganiza o Les/Bi/Trans/a Slam, para pessoas LBT. Atua como provocadora, curadora, dramaturga, performer, diretora, produtora e colaboradora de práticas artísticas e políticas. Pesquisa a água na cidade. Tem 1 grau de miopia.