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    La Machine Infernale - Pièce en 4 actes

    Jean Cocteau

    Le Livre de Poche
    1992
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9782253009160
    3.5
    4 avaliações
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    Obéissant à l’oracle, Œdipe résout l’énigme du Sphinx, tue son père et épouse sa mère. La peste s’abat sur Thèbes qui a couronné un inceste et un parricide. Quand un berger dévoile la vérité, la machine infernale des dieux explose. Œdipe se crève les yeux et sa mère se pend. S’inspirant du théâtre de Sophocle, Cocteau redonne vie aux grandes figures grecques : Œdipe, Jocaste, Antigone et Créon. Il philosophe en virtuose. Non, l’homme n’est pas libre. Il naît aveugle et les dieux règlent sa destinée. Même le héros, celui qui sort du rang, doit se soumettre. Ce grand texte dit tout sur l’homme avec infiniment d’humour et de poésie. Notes et commentaires de Gérard Lieber.

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    Simone Nascimento Souza26/07/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Divertido

    Podemos escapar do nosso destino? A pergunta é feita por Jean Cocteau nesta adaptação (muito) livre do mito de Édipo. Entretanto, a resposta nos é sugerida no próprio título da peça: "A máquina infernal"; uma peça apresentada pela primeira vez no teatro Louis Jouvet (Comédie des Champs-Elysées) em 10 de abril de 1934. “A máquina infernal” é a transformação de uma tragédia antiga em uma tragicomédia moderna com muito humor, ironia, escárnio, anacronismos; mas sem perder mito de vista que continua, bem presente na adaptação. Uma visão muito pessimista da condição humana: nada mais pode o homem fazer, face ao seu destino, senão ser o próprio instrumento involuntário e, em última análise, o espectador principal. Me diverti bastante!

    3 curtidas

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    Jean Maurice Eugène Cocteau

    Nascido numa pequena vila próximo a Paris, Jean Cocteau foi um dos mais talentosos artistas do século XX. Além de ser diretor de cinema, foi poeta, escritor, pintor, dramaturgo, cenógrafo e ator e escultor. <br> Atuou ativamente em diversos movimentos artísticos, nomeadamente o conhecido Groupe des Six (grupo dos seis) cujo núcleo era Georges Auric (1899–1983), Louis Durey (1888–1979), Arthur Honegger (1892–1955), Darius Milhaud (1892–1974), Francis Poulenc (1899–1963), Germaine Tailleferre (1892–1983). Além destes, outros também tomaram parte, como Erik Satie e Jean Wiéner. <br> Foi eleito membro da Academia Francesa em 1955.

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    Jean Maurice Eugène Cocteau