Essa coletânea foi divertida de se ler e no geral atendeu às expectativas de um livro de contos steampunk (tanto quanto eu consigo reconhecer contos desse tipo), apesar de sempre haver um ou outro que não parecem se encaixar muito bem.
Os destaques, para mim, ficam para os contos "O fio de João Bala", do Thiago Lee, "Gato entre escombros", de Ton Botticelli (que continua a história presente em seu conto na coletânea "Engrenagens"), "Primavera cinzenta", de Stephanie Santana, "O sétimo dia de reinado", de Sandro G. Moura, "O garoto, o homem e o robô", de Caio Santana, e "Spirit", de Alex Mir.
"O Olho de Cronos", de Leonardo Amorim, mereceu minha atenção não por eu considerar steampunk (eu classificaria mais como "fantasia"), mas pelo final muito bom.