Apologia do ócio -

    Robert Louis Stevenson

    Antígona
    2016
    88 páginas
    2h 56m
    ISBN-13: 9789726082767
    Português

    Estes dois ensaios-pepitas, tão brilhantes como concisos, irradiam o palpitante calor da vida e a luminosa mensagem de que o futuro pertence aos ociosos e aos bons conversadores. Revelando o ócio e os seus ditosos derivados não como inércia inútil, mas sim tónicos diários ao alcance de todos, Apologia do Ócio (1877) e A Conversa e os Conversadores (1882) são páginas para folhear com deleite, em que cintila uma arte de viver com benefícios comprovados e se desmonta um quotidiano acinzentado pelas obrigações laborais. Essenciais para converter trabalhadores inveterados, fãs de horas extraordinárias e gurus dos lucros anuais em gente com alegria crónica, estes textos demonstram que o ócio e a conversa merecem figurar como felizes vícios, a cultivar, na vida do homem. ROBERT LOUIS STEVENSON (1850-1894), autor das famosas obras A Ilha do Tesouro (1883) e O Médico e o Monstro (1886), viu-se durante longos anos remetido para a ingrata gaveta dos contadores de histórias com uma reputação literária flutuante. Somente meio século após a morte do autor, a admiração de Vladimir Nabokov e de Jorge Luis Borges, entre outros, reabilitaria Stevenson, inscrevendo-o pelo virtuosismo, ironia e tom paradoxal na linhagem dos grandes ensaístas anglo-saxónicos. Foi um incansável viajante, e a sua fragilidade física – que o levaria precocemente à morte nas Ilhas Samoa, entre nativos que o veneravam como Tusitala (contador de histórias) – contrasta com o vigor dos seus romances e ensaios, nos quais revela uma aguda percepção da alma humana.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Locimar Massalai picture
    Locimar Massalai13/02/2026Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O autor não defende a preguiça vazia mas sem uma resistência à tirania da ocupação. o autor de a ilha do tesouro utiliza um tom espirituoso e irônico para questionar por que a sociedade moderna já na Era Vitoriana santifico o trabalho incessante em detrimento da vivência real!

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    4.6 / 4
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%