Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores2
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O estreito do Éden -

    Kissyan Castro

    Penalux
    2017
    90 páginas
    3h 0m
    ISBN-13: 9788558332354
    Português Brasileiro
    5
    2 avaliações
    Leram2Lendo0Querem0Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos1Desejados0Avaliaram2

    Kissyan Castro desafiou-se duplamente em sua jornada poética. Sua grande conquista é conseguir expressar em breves poemas temas de alta complexidade, que trazem grandes epifanias, aliando a isto uma bela arquitetura de linguagem. Os temas trazidos pelo escritor, juntamente com seu tipo de escrita etéreo, elevam o leitor para as esferas da reflexão, local no qual as grandes questões humanas, como, fim o da vida e a existência de Deus, são levantadas. O primeiro poema da obra “O estreito de Éden”, interioriza-se no eu-lírico, através de uma “machada de palavras” que vão perfurando a pele do leitor, conforme as metáforas vão se expandindo em direção a essência do enredo da poesia, “além está o rio, antes o azul, / antes mesmo da água, um rio além/ do rio, a cavalgar o dia num púl/pito de estrelas, vãs, de morto Amém.” Como visível no próprio nome do livro, os enredos bíblicos são explorados não só na temática, mas também na maneira como os versos são escritos, ricos em erudição e referências a figuras bíblicas, “o céu é só a ausência de Lúcifer”. De certa maneira, o poeta parece ter nadado nas fontes inspiradoras do “Espírito Santo”, para conhecer a revelação do dom da escrita. Na poesia “Mesa Posta” o conjunto de seis versos trazem uma imagem diferenciada para a posicionar o homem em relação a vastidão do mundo, como se observa em, “ Pífio pâncreas/ o da lua, / indigesto / grão de açúcar / do que somos para a noite”. Nesta pequena poesia, a lua personifica características humanas, mas no final do poema, esta lógica é invertida, quando surpreendentemente a figura do homem é diminuída ao ser comparada a complexidade da noite. Kissyan Castro faz poesia com as inseguranças do homem, em versos curtos, mas intensos, pelos quais ele magistralmente consegue calar o leitor, trazendo o silêncio das palavras, que se umedeceram visto ao impacto da intensidade dos seus significados.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 2
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Kissyan Pereira Castro profile picture

    Kissyan Pereira Castro

    Poeta e pesquisador maranhense (Barra do Corda/MA, 1979). Autor dos livros Vau do Jaboque (2005), Bodas de Pedra (2013), Maranhão Sobrinho – Poesia Esparsa (2015), Rio Conjugal (2016) e O Estreito de Éden (2017). Tem poemas publicados em alguns sites e revistas como Germina, Caqui e Portal de Poesia Ibero-Americana, de Antonio Miranda. Atualmente colabora no site www.barradocorda.com. Formado em Teologia, servidor público, membro efetivo da Academia Barra-Cordense de Letras e, nas horas vagas, professor de grego clássico.

    1 Livro
    2 Seguidores
    Maranhão, Brasil

    Kissyan Pereira Castro