O Van Gogh Roubado -

    A.J. Zerries

    Landscape
    2008
    488 páginas
    16h 16m
    ISBN-13: 9788577750672
    Português Brasileiro

    Quando o Retrato do Monsieur Trabuc de Vincent Van Gogh, há muito desaparecido, aparece inesperadamente no Museu de Arte Metropolitano, uma pintura de 50 milhões de dólares enviada da Argentina em um pacote comum da UPS, o caso vai parar nas mãos do detetive Clay Ryder, da Polícia de Nova York, Esquadrão de Casos Prioritários. Ryder descobre que, em 1944, alguém denunciou que a pintura tinha sido roubada durante o Holocausto, em Paris. O ladrão, um notório oficial da SS nazista, tinha morrido em um acidente de automóvel, e assim o paradeiro do Van Gogh terminou virando mistério. Depois que Ryder consegue descobrir a verdadeira herdeira do quadro, Rachel Meredith, o Museu Metropolitano lhe entrega o quadro com grande estardalhaço, em cerimônia amplamente divulgada, e a polícia considera o caso encerrado. Mas não está. O Mossad, serviço secreto israelense, logo vai fazer uma visita clandestina a Ryder, na intenção de desentocar o tal oficial da SS, que, segundo acreditam, ainda está vivo. Enquanto isso, os leiloeiros, comerciantes de arte e museus competem pela posse do Van Gogh. Quando Rachel se recusa a vender sua herança, a situação começa a transformar-se de predatória em violenta. Ryder termina precisando correr contra o relógio para superar a mente maquiavélica que cometerá tantos assassinatos forem necessários para pôr as mãos no Van Gogh.

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    Fernando da Silva Kato24/02/2013Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

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    As primeiras 50 páginas são um pouco entediantes, mas ao longo do livro você se apaixona, se revolta, entristece e começa a fazer parte da vida destas pessoas. Conta a história do roubo de uma obra de arte na segunda guerra mundial. O reencontro com sua herdeira e toda trama em torno de um "plano de mestre" para resgatá-lo. O único ponto negativo, é que os autores (casal Al Zerries e Jean Zerries) são detalhistas no cotidiano dos personagens, mas nas evidências e como se chegou as conclusões eles deixam "alguns buracos". Também senti falta da âncora - elo/ ligação - entre o começo e o fim do livro. Sabe quando nos filmes você vê uma imagem ou algo no começo do filme, mas só o enxerga no final? Isso, pra mim, é essencial em um romance policial. Um simples detalhe que gera o elo em torno de toda a narrativa. É um bom livro. Recomendo.

    1 curtida

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