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    Montenegro - As Aventuras do Marechal que Fez uma Revolução nos Céus do Brasil

    Fernando Morais

    Editora Planeta
    2006
    327 páginas
    10h 54m
    ISBN-10: 8576652277
    Português Brasileiro
    4.1
    126 avaliações
    Leram213Lendo12Querem150Relendo0Abandonos4Resenhas7
    Favoritos12Desejados150Avaliaram126

    Nesta incrível reportagem biográfica, Fernando Morais - o aclamado autor de 'Olga' e 'Chatô' - revela outro grande personagem até então esquecido da história brasileira: Casimiro Montenegro Filho, mais conhecido como Marechal Montenegro. Foi ele responsável por façanhas como a viagem inaugural, em 1931, da missão do Serviço Postal Aéreo Militar, hoje Correio Aéreo Nacional. O visionário militar aderiu aos revolucionários de 30, e - em 1950 - enfrentou presidente da República, ministros e até companheiros de farda para realizar sua grande obra: o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), um dos maiores centros mundiais de produção de conhecimento, à imagem e semelhança do célebre MIT dos Estados Unidos.

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    Marcus Lemos28/02/2013Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Resenha: "Primeira Alvorada - A Lua" (J. H. Paschoal)

    Oi pessoas! Hoje trago a vocês "A Lua", primeiro livro da trilogia Primeira Alvorada, do autor J. H. Paschoal. Esse é um daqueles livros que surge para quebrar conceitos; assim, para quem pensa que para entrar em contato com uma trama com muita ação de ficção científica, fantasia, envolvendo lutas épicas num mundo pós apocalíptico, envolvendo guerreiros valorosos e robôs gigantes é preciso ir até o cinema (pausa para tomar fôlego), está totalmente enganado. Este livro tem tudo isso e muito mais. Bom, começamos pelo começo. Planeta Terra. O ano, algum situado em um futuro onde nosso planeta parece ter sido tomado completamente pelo gelo. A humanidade, para conseguir sobreviver, teve de se esconder em abrigos subterrâneos. O único momento em que as pessoas podem se aventurar a sair, e respirar ar puro, é à noite, pois os raios solares são mortíferos. Arthur é um jovem de 25 anos, que aprendeu a gostar de sair da proteção do abrigo para olhar a lua com seu avô, um pastor do abrigo. Todos os outros moradores do subterrâneo tem uma grande resistência a sair, mesmo à noite. Afinal, nos abrigos é seguro, e a tecnologia obtida pelo ser humano antes deste período "glacial" os permite viver dentro deles permanentemente, sem contato com os perigos do mundo exterior: O Sol, outros clãs, bandidos itinerantes, animais mutantes, entre outros. Com a morte de seu avô Rontar, Arthur descobre algo totalmente inesperado: seu avô não era um simples pastor. Era um guerreiro, único sobrevivente do abrigo Drako, último descendente da família di Drako, líderes do abrigo com seu nome. Essa revelação torna-s um choque para Arthur, afinal, o abrigo di Drako nada mais é que uma lenda para as pessoas com quem cresceu. Agora, de pastor ele passará a um posto na guarda superior, local de grande prestígio em seu abrigo. "Isto explicava o posto na guarda superior. O nome di Drako vinculava-se à lenda, famosa entre os adolescentes, de um abrigo destruído por um líder cheio de esperança. Tamanha era sua esperança de um dia poder olhar para o sol sem equipamento algum, que seu abrigo caiu em desgraça. A lenda chamava-se "A Maldição do Dragão do Sol" ... De repente, Arthur começou a entender se avô e sua fixação no horizonte. O horizonte era a referência de onde Rontar viera, a linha que mostrava seu passado." Num primeiro momento perplexo e desorientado com sua nova posição de prestígio e, principalmente, com sua herança - um robô guerreiro chamado Drakon e que o reconhece por sua assinatura digital - Arthur terá que se adaptar rapidamente a ser um guerreiro, pois um acontecimento inesperado vem acabar com a paz de seu abrigo: um ataque surpresa de bandidos faz com que todos os moradores do abrigo fiquem profundamente abalados e com que Arthur passe a questionar o que seu avô teria buscado no horizonte. Com a permissão da família lider do abrigo, Arthur sairá em uma jornada difícil, acompanhado por sua inseparável amiga Ânia e o valoroso guerreiro Sora, a fim de resgatar suas origens, se encaminhando dentro do valoroso Drakon para além do horizonte desconhecido. "Vestiu o capacete e saiu pela porta, deixando Arthur parado e sorrindo. O jovem não viu mais Eleno Leholt nem conversou com ele. Foram as últimas palavras que ouviu do líder do abrigo onde havia nascido. Por um momento, sentiu tristeza. Olhou para todos os soldados e SAMs espalhados pelo vale. Sentiu que estava indo embora de casa. Não havia outra opção. Precisava entender o que havia acontecido com o abrigo de seu avô e a razão pelo qual nunca soube a verdade sobre seu passado. Para isso, como Eleno disse, precisaria ganhar o mundo." Agora, Arthur se dirige com aqueles que ousaram segui-lo, numa jornada em que não se sabe muito bem aonde se vai, ou se algum dia voltarão para casa com as respostas para as perguntas que motivaram o início desta jornada. A escrita do livro é ágil e simples e, para quem gosta de cenas de ação, o livro vem recheado delas. Eu, particularmente, não colocaria este livro em minha lista de preferidos. Achei o final um pouco frustrante mas, ao mesmo tempo instigante, ou seja, só lendo os outros dois livros vou conseguir dizer se realmente gostei da estória ou não. Mesmo assim, recomendo!

    3 curtidas

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    Avaliações

    4.1 / 126
    • 5 estrelas37%
    • 4 estrelas39%
    • 3 estrelas18%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas1%
    Fernando Gomes de Morais profile picture

    Fernando Gomes de Morais

    Fernando Morais nasceu em Mariana-MG em 1946. É jornalista desde 1961. Trabalhou nas redações do Jornal da Tarde, Veja, Folha de S. Paulo e TV Cultura. Recebeu três vezes o Prêmio Esso e quatro vezes o Prêmio Abril de Jornalismo. Foi deputado estadual durante oito anos (pelo MDB-SP e depois pelo PMDB-SP) e secretário da Cultura (1988-1991) e da Educação (1991-1993) do Estado de São Paulo. É autor dos roteiros das minisséries documentais Brasil 500 Anos e Cinco dias que abalaram o Brasil, exibidas pelo canal GNT/Globosat. Escreveu, entre outros livros, Transamazônica (Brasiliense, 1970, com Ricardo Gontijo e Alfredo Rizutti), A Ilha (Alfa-Omega, 1975, reeditado pela Companhia das Letras em 2001), Olga (Alfa-Omega, 1985, reeditado pela Companhia das Letras em 1993), Chatô, o rei do Brasil (Companhia das Letras, 1994), Corações sujos (Companhia das Letras, 2000), Cem quilos de ouro (Companhia das Letras, 2002), Na toca dos Leões (Planeta, 2004) e Montenegro (Planeta, 2006). Tem livros traduzidos em dezenove países. Em 2001 Corações sujos recebeu o Prêmio Jabuti de Livro do Ano de Não-Ficção. Em 2004 Olga foi transformado em filme pelo diretor Jayme Monjardim, tendo sido visto por mais de cinco milhões de espectadores e indicado pra representar o país no Oscar de 2005. É membro do Conselho Político do jornal Brasil de Fato e do Conselho Superior da Telesur, TV pública latino-americana sediada em Caracas, Venezuela. É membro da Academia Marianense de Letras, onde ocupa a Cadeira nº 13, que teve como primeiro titular o presidente Tancredo Neves.

    21 Livros
    202 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Fernando Gomes de Morais