Os poemas que formam “Aresta” se enlaçam e constituem um único corpo. Um corpo, que durante os versos, se busca, se multiplica e se transforma. Há um caminho, trançado sílaba por sílaba, a ser percorrido. Cada fase deste livro – Vapor, Umidade, Linhas e Depois do contorno – é costura essencial. A poesia de Aresta borda sua própria voz.

