Quando é pra ser -

    Aline Sales

    -
    2017
    313 páginas
    10h 26m
    ISBN-10: B076Z4MBX3
    Português Brasileiro

    Um amigo. Um acidente inesperado. Desde então, Augusto Caldeira adota uma postura indiferente à vida. Amante do perigo e da adrenalina, o que mais gosta de fazer é testar seus limites na pista de motocross. Entretanto, seu pai o obriga a trabalhar na construtora da família na tentativa de transformá-lo em um homem sério. E é assim que o jovem, belo e altamente cínico conhece Melissa Andrioni, a analista de T.I. da empresa. A ruiva, apesar de linda e atraente, é o seu oposto, amante de séries, filmes e HQ’S a garota não vê problema em seguir regras. Nerd de carteirinha se sente bastante confortável calçando seu velho all star. A atração e o antagonismo entre eles são imediatos fazendo com que a convivência entre os dois seja sempre regada a brigas e provocações. Porém, um mal-entendido na empresa os leva a trabalharem juntos para solucionar o mistério. A parceria forçada faz com que percebam que além da atração eles têm mais coisas em comum do que imaginavam. Mas antes de se entregarem a paixão precisam enfrentar velhos fantasmas para conseguirem seguir em frente. Link para compra: https://goo.gl/MauVAm

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    Aline Michele dos Santos31/08/2020Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Corrido

    Opostos se atraem? Com certeza. Pessoas diferentes se encaixam? Sem dúvida, afinal se fossem iguais isso não seria possível. A Nerd que se apaixona pelo o bad boy dá uma boa história? Nem sempre. Essa história tinha tudo para ser muito boa, mas as coisas correm tanto e tão rápido que simplesmente não dá tempo. Talvez por ser o romance de estreia da autora, mas o fato é que eu acho que faltou desenvolver melhor os personagens e suas histórias. Achei que algumas coincidências foram fáceis demais. Tudo muito conveniente. Tipo a amiga dela que se apaixona pelo amigo dele. A mãe que aparece na porta do prédio dela sem um motivo. Sei lá. Faltou alguma coisa. Ou eu posso ser fã de histórias onde o autor conta nos mínimos detalhes tudo, da cor das paredes as imperfeições do piso. O que eu gostei muito foram os capítulos “dobrados”, tipo cada protagonista narrava um capítulo onde se contava a mesma coisa, só que com a visão e pensamentos de cada um. Achei legal, porque a fórmula de lançar a mesma história anos depois, mas com a visão de outro personagem já está manjada. Não que eu não vá ler um dia O Sol da Meio Noite né, rs pois também sou fã da saga, mas foi legal ter as impressões ora de um e ora de outro sem ter que esperar meses ou anos. Outra coisa que eu fiquei esperando e não aconteceu foram as referências a Star Wars. Até teve, mas foram poucas. Mas curti o nome do gato e a camiseta do Jon Snow. A arte da capa eu amei. Eu viajo em capas, porque fico imaginando o livro maravilhoso que deve ter por trás. Às vezes me surpreendo. Enfim, para passar o tempo, o livro é bom.

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