"If Janet Evanovich teamed with a young adult, fairy-tale author like Marissa Meyer (the Lunar Chronicles) or Alex Flinn (Beastly), the result might be something like Christina Bauer’s Wolves and Roses.." Seventeen-year-old Bryar Rose has a problem. She’s descended from one of the three magical races—shifters, fairies, or witches. That makes her one of the Magicorum, and Magicorum always follow a fairy tale life template. In Bryar’s case, that template should be Sleeping Beauty. “Should” being the key word. Trouble is, Bryar is nowhere near the sleeping beauty life template. Not even close. She doesn’t like birds or woodland creatures. She can’t sing. And she certainly can’t stand Prince Philpot, the so-called “His Highness of Hedge Funds” that her aunties want her to marry. Even worse, Bryar’s having recurring dreams of a bad boy hottie and is obsessed with finding papyri from ancient Egypt. What’s up with that? All Bryar wants is to attend a regular high school with normal humans and forget all about shifters, fairies, witches, and the curse that Colonel Mallory the Magnificent placed on her. And she might be able to do just that--if only she can just keep her head down until her eighteenth birthday when the spell that’s ruined her life goes buh-bye. But that plan gets turned upside down when Bryar Rose meets Knox, the bad boy who’s literally from her dreams. Knox is a powerful werewolf, and his presence in her life changes everything, and not just because he makes her knees turn into Jell-O. If Bryar can’t figure out who—or what—she really is, it might cost both her and Knox their lives… as well as jeopardize the very nature of magic itself.
Wolves and Roses (Fairy Tales of the Magicorum #1) -
Christina Bauer
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Quando me deparei com Wolves and Roses, fiquei logo interessada nessa sinopse justamente por ter uma vibes de Crônicas Lunares (Percebe-se que ainda não superei o fim da série) A diferença é que esse livro não é uma releitura de contos de fadas; a autora utiliza dos contos como elemento para a história dos personagens. Em Wolves and Roses, humanos e pessoas com magias convivem normalmente. Quer dizer, se por normalmente pessoas com magias são tratadas como celebridades. Essas pessoas com magia fazem parte do Magicorum e podem descender de três raças mágicas: metamorfos, bruxas ou fadas. Magicorum descendentes das fadas têm sua vida roteirizada em algum conto de fada. No caso de Bryar Rose, sua vida devia seguir o roteiro da Bela Adormecida. Foco na palavra seria porque sua vida passa longe disso. O fato é: quando completasse 18 anos, Bryar deveria se casar com Philpot e sua maldição do sono seria quebrada. Porém, o que Bryar quer mesmo é terminar de traduzir uns hieróglifos egípcios e ter uma vida normal. Mas é aquela, querer is not power. Se eu disse que amei a história, ainda não chega nem perto do quanto eu realmente amei a história. Começa nos personagens, passando pela mitologia do história em si e terminando na escrita da autora. Mas vamos por parte. Bryar Rose é o meu mais novo espírito animal. Ela é uma garota cheia de atitude, determinada, com uma personalidade peculiar e uma língua super afiada. Gente como a gente, de vez em quando engole alguns sapos, mas tudo visando o bem maior que, no caso dela, é ter uma vida normal. Bryar também é uma pessoa leal aos seus amigos e dedicada a tudo que ela se compromete. Apesar de rir na cara do perigo em algumas situações, ela também é bem racional quando necessário. A coisa toda tem "má ideia" escrita por toda parte. E eu sou um modelo falido da Bela Adormecida com um inalador e três tias loucas.* Knox foi crush à primeira vista. Todo trabalho no estilo bad boy caladão e tals, ele é um cara bem charmoso e humorado. Por ser um lobisomem, ele tem um instinto protetor bem forte com seus amigos, principalmente quando se trata de Bryar. Adorei que seu instinto protetor não é daquele tipo opressor que muitos boyzinhos tem por aí nos livros. Knox deseja proteger e defender seus amigos sim, mas também está disposto a lutar do lado deles e apoiar seus desejos e planos (nem que eles sejam um pouco mirabolantes). Amizade tem um grande foco na história. Assim como Bryar, sua melhor amiga Elle está falhando miseravelmente em seu roteiro de Cinderela. As duas encontram apoio uma na outra, tirando até sarro de suas situações. Elle tem uma personalidade parecida com a de Bryar, só que mais ligada no tacar o foda-se. Essas duas formam uma dupla e tanto, já que Elle é uma espécie de Robin Hood com seus golpes e Bryar é hacker. Essa mesma amizade é o que acontece entre Knox e Alec. Nesse caso, um complementa o outro. Enquanto Knox é um cara bastante introspectivo, Alec (que é um bruxo) é um cara mais sociável e também compartilha de um charme natural. Os dois se conhecem desde criança e por isso são quase como irmãos. Por terem as mesmas obrigações em suas raças (que eu não vou falar por motivos de spoiler), os dois se entendem perfeitamente. Bryar e Knox são maravilhosos juntos. Por conta de um certo detalhe, achei que a relação entre os dois seria algo um tanto forçado e irreal, mas a química entre eles salta das páginas. Os dois são bem fofos juntos, um tanto engraçados também quando rola uns flertes. O melhor de tudo é que os dois não deixam essa atração atrapalhar o que há de importante a fazer. Entretanto nada barra a relação de Knox e seu lobo interno. As conversas entre os dois me arrancaram algumas risadas, principalmente da parte do lobo. Eu tenho que falar desse mundo criado pela Christina. Nunca li uma história que os personagens vivem roteiros de contos de fada e achei isso genial. Mais genial ainda foi que a autora conseguiu inserir elementos da mitologia egípcia e romana na história e fazer funcionar. Este não é o final de nenhum modelo de conto de fadas, mas não tenho certeza de que eu quero seguir o caminho de outra pessoa. Desta vez, a escolha é minha.* A escrita da Christina colabora bastante para o andamento da leitura. A escrita dela é ágil, direta, descritiva quando necessário e bastante jovial. Fui cativada pelo livro logo no primeiro capítulo e não queria parar de ler. Durante todo o livro, a história não decaiu em nenhum momento. Colabora mais ainda o fato dos capítulos serem narrados em primeira pessoa por Bryar Rose e alguns por Knox. Melhores narradores ever, com seus comentários espirituosos. Lembra quando pensei que minha vida atingia o fundo do poço? Esse lugar é uma cidadela de incrível em comparação com o que estou agora.* Wolves and Roses é bastante equilibrado. Temos cenas engraçadas, protagonizadas principalmente pelo “noivo” de Bryar, Príncipe Philpot. Muita vergonha alheia envolvida esse cara. Temos cenas amorzinhos protagonizadas não só por Bryar e Knox, mas entre Bryar e Elle (Uma amizade dessas, bicho..). A reta final é de tirar o fôlego, mas tudo acaba bem na medida do possível. O que quer que esteja acontecendo, não irei cair sem brigar.* Pelo que vi, a série só terá dois livros e um conto. Wolves and Roses foi um bom começo, pois a autora vai nos apresentando o mundo ao mesmo tempo que dá respostas a certas perguntas, mas nada muito largado de paraquedas na história. Para uma duologia, senti que foi tudo muito bem desenvolvido, sem deixar aquela sensação de entender vários nadas. A capa tem elementos que combina com a história, apesar de achar ela bem simples. O que importa é que tem a ver com a história, assim como o título. No final de cada capítulo, tem a imagem de uma flor, que achei bem fofinho. Com uma proposta um tanto diferente e que deu certo, Wolves and Roses foi um livro incrível e que me deixou com aquele gostinho de quero mais. * Traduções feitas por mim Leia mais resenhas em https://balaiodebabados.blogspot.com.br/
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